O que fazer na Prainha Branca Guarujá SP

O que fazer na Prainha Branca Guarujá SP

Saiba o que fazer na Prainha Branca no Guarujá

Se você gosta do Nordeste e está em São Paulo, não precisa correr para Salvador ou Fortaleza. Sabendo o que fazer na Prainha Branca no Guarujá, você curte uma praia no litoral sul com clima de praia do norte.

O que fazer na Prainha Branca Guarujá - SP
O que fazer na Prainha Branca Guarujá – SP

O mar é bravo, mas limpo. A prainha não costuma ficar muito lotada mesmo quando é muito frequentada, é um ambiente com poucas barracas, areia branca, macia e acolhedora.

Para chegar na prainha somente existe uma trilha de acesso à pé, podendo a região ser acessada também por mar utilizando barco.

O que fazer em Prainha Branca no Guarujá / SP

A prainha é cercada pela floresta da Mata Atlântica muito bem conservada. Existe um riacho que deságua no mar, a região possui uma vila de caiçaras e um clima muito positivo.

A região é um dos últimos redutos de caiçaras originais, sendo a área pertencente a uma reserva ambiental da Serra do Guararu, no município do Guarujá, no estado de São Paulo.

Para quem gosta de praia tranquila, mar oceânico limpo e andar por trilhas, o lugar já indica as melhores atividades que o turista pode realizar no local.

Tranquilidade na Prainha Branca

Enquanto que as praias do Guarujá ficam cheias, a prainha branca fica sempre tranquila. O acesso para a prainha é feito através de um trecho de trilha bem sinalizada na divisa com Bertioga.

Essa região é a porta da entrada desse pequeno paraíso do litoral sul.

A vila de caiçaras tem cerca de 350 habitantes e ainda preserva costumes e tradições culturais. É possível encontrar pequenas casas em meio à natureza, as festas, o clima pé na areia e a simplicidade das pessoas.

A praia pertence ao município do Guarujá, mesmo ficando na na divisa com Bertioga, na saída da balsa.

O que a região da Prainha Branca oferece?

Antes de saber o que fazer na Prainha Branca do Guarujá / SP, além da tranquilidade, a prainha oferece um aspecto selvagem que poucas prainha apresentam nos dias atuais.

Depois que ficou conhecida, passou a ser mais explorada pelo turismo.

O local possibilita a instalação de campings por todos os lados, mas também há suítes para alugar, além de pequenas e baratas pousadas por todas as partes da região da divisa de Bertioga com Guarujá.

O que mais me chamou a atenção quando eu visitei a praia foi a presença de surfistas, de caiçaras e de pessoas com postura simples, além de jovens tatuados, o reggae nas barracas e o delicioso açaí.

Atualmente, em altas temporadas a praia fica um pouco mais freqüentada por casais, crianças e pessoas mais velhas. Atualmente, a praia está mais democrática, possibilitando o contato com vários tribos de comportamentos.

Quem não curte simplicidade pode dispensar a praia e ir viajar sozinho ou acompanhado para o interior, mas quem busca tranqüilidade e paz pode visitar a praia à vontade. 

Como chegar na Prainha Branca?

Para quem não tem barco para acessar a praia através do mar, o jeito é caminhar por uma trilha segura e sinalizada, o que exige o uso de sapatilhas, sandálias confortáveis ou tênis.

A infraestrutura na Prainha Branca

No local, as instalações na Prainha são simples, o que exige um certo improviso na ausência de bares e quiosques, pois repentinamente a cerveja pode ficar quente e a comida acabar antes do anoitecer. Mesmo nos quiosques locais, a comida pode demorar.

Por outro lado, é importante evitar jogar lixo na areia. Não existe barulho de carros, sinais ou hotéis por perto. Tudo é muito harmonioso.

Ambiente leve

É comum sempre ter algum equipamento de som tocando reggae ou música popular. Há muitos surfistas parafinados e lindas garotas caminhando pela areia.

Percebi a presença de lindas mulheres, pessoas com tatuagens, piercing e estilo meio hippie.

O lugar é muito familiar, as famílias que frequentam com as crianças escolhem  banho nas águas mornas do pequeno riacho do lado esquerdo, uma boa diversão para a criançada.

Quando a maré está baixa, é possível visitar a ilha que fica mais à frente de forma mais rápida e acessível.

Comércio local na Prainha Branca

Como dito acima, não há uma forte infraestrutura de serviços e comércio no local, mas existem boas barracas para frequentar.

Para comer, os freqüentadores gostam da barraca Larica’s que serve refeições completas. A barraca também oferece um delicioso açaí e sucos naturais.

Vários hippies vendem artesanatos no local com muito bom astral e criatividade. Entre os artesanatos encontramos miçangas, camisetas com estampas de tie dye e cangas indianas.

Nos períodos de feriados, por exemplo, há festas com reggae e forró, os estilos de músicas mais tocados na praia.

Ao saber o que fazer na prainha branca do Guarujá, a praia me lembrou a de Trindade, em Paraty, mas com menor extensão. A praia é pequena, mas acolhedora.

A Prainha possui apenas 1350 metros de extensão, apresenta ondas fortes do lado esquerdo e mar calmo do lado direito, por ser isolada parece uma ilha devido a sua localização.

Durante as festas, sentimos o cheiro de incenso que impregna no ar. Percebi também os Dreadlocks e mais Bob Marley tocando nas barracas e festas.

Praias da região

O que fazer na Prainha Branca Guarujá - SP - Praia Preta
O que fazer na Prainha Branca Guarujá – SP – Praia Preta

As trilhas da região também oferecem caminhos para outras praias como as praias Preta e a Praia de Camburizinho que são bastante desertas.

A praia Preta é pequena com apenas 300 metros de extensão e fica bem perto da Prainha Branca. A praia de Camburizinho é um pouco distante, mas a caminhada compensa.

Além de bonita, a praia de Camburizinho possui um lago logo atrás e, seguindo o rio pela trilha no meio da mata, você verá uma pequena cachoeira maravilhosa.

A praia do Camburizinho também é pequena com apenas 800 metros.

Para chegar nas três praias é necessário seguir pela uma trilha no final da Prainha Branca. O caminho para a Praia Preta dura uns 15 minutos. Se você continuar na mesma trilha por mais uma hora, você chegará na Praia de Camburizinho.

Em dias chuvosos, evite as trilhas, elas ficam escorregadias e com poças de lama.

Veja a seguir a lista de praias que ficam próximas da Prainha Branca:

• Praia Preta;

• Praia das Conchas;

• Praia de São Pedro;

• Praia do Camburi;

• Praia do Pinheiro;

• Praia Iporanga;

• Praia Indaiá (Bertioga);

• Praia da Enseada (Bertioga);

• Praia Vista Linda (Bertioga).

Uma outra dica bem legal, já que você está na praia é dar um pulinho em outras praias próximas, confira aqui quais são as Melhores Praias de SP.

A melhor época para visitar a Prainha Branca

O período de final de ano, verão e carnaval é o período no qual a região da Prainha Branca é mais procurada. Também é bem freqüentada em períodos de feriado prolongado.

Para quem busca curtir a tranqüilidade desses lugares citados acima, busque os períodos de transição ou de baixa procura.

A melhor época para visitar a praia é em meados de janeiro quando ela não está lotada, nem vazia.

Mais atividades na Prainha Branca

Dentre as opções do que fazer na Prainha Branca no Guarujá, existem muitos luais realizados à noite na areia.

A praia também é boa para nadar, mas é bom nadar somente próximo da ilha pois do outro lado a correnteza do mar é muito forte. 

Dica de acessos e atividades esportivas na Prainha Branca

Atualmente, para chegar na Prainha Branca, a trilha está toda com pedras e cimento, evitando contato com a terra e barro que a trilha antigamente oferecia.

Naqueles tempos, os frequentadores escorregavam com mochilas e roupas de praia.

A Prainha Branca não é muito indicada para práticas de esportes com bola por ser pequena, mas é ótima para a prática de surf.

É possível realizar bons passeios de escuna que cobram entre 25,00 a 30,00 reais por pessoa. Durante o passeio, eles dão uma pausa de 15 minutos para que possamos nadar em alto mar e disponibilizam colete salva vidas.

Para realizar as atividades na praia, algumas barracas aceitam cartões, mas em boa parte dos casos é bom levar dinheiro em espécie. O sinal das maquininhas de cartão não pega muito bem no local.

Outras dicas:

O que fazer na Prainha Branca Guarujá - SP - Trilhas
O que fazer na Prainha Branca Guarujá – SP – Trilhas

O acesso para chegar na Prainha Branca através da trilha pode demorar em média trinta minutos. A trilha é tranquila e bem sinalizada. Perto da entrada da trilha existe estacionamento.

Em caso de hospedagem, o visitante pode escolher entre campings e pousadas bem simples. Não mercados e nem farmácias na região das praias, sendo indicado levar itens de primeira necessidade na mochila.

É importante levar repelente contra os mosquitos por ser área de mata, e é bom já estar vacina contra a febre amarela para ter mais contato com o verde.

Quando for até a prainha branca, aproveite para conhecer a Praia Preta e Camburi.

Não é necessário utilizar guias turísticos para andar pela região, mas caso pense em passar o final de ano ou o carnaval na prainha faça reservas com antecedência.

Conclusão

Conhecer essa praia me propiciou uma grande experiência, fui em época de baixa temporada e pude curtir melhor a prainha Branca e conhecer a praia Preta.

Portanto, reúna os amigos ou a família, arrume a mochila com os itens mais necessários e procure essa linda praia que fica na divisa do Guarujá com Bertioga no litoral paulista. 

O que fazer na Avenida Paulista SP Roteiro Completo

O que fazer na Avenida Paulista SP Roteiro Completo

Roteiro Completo na Avenida Paulista

Uma cidade inteira não cabe numa única rua, mas no caso de São Paulo a Avenida Paulista representa o que há de melhor na cidade. A avenida é um dos principais cartões postais da cidade e sempre faz parte do roteiro de quem visita São Paulo.

Roteiro Completo o que fazer na avenida paulista SP
Roteiro Completo o que fazer na avenida paulista SP

A avenida tem cerca de 2,8 quilômetros e oferece um forte comércio local, galerias e pontos de entretenimento que agradam os moradores da cidade e os turistas.

A Avenida Paulista

Essa avenida foi projetada pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima. Inicialmente, ele pretendia instalar em sua extensão mansões dos barões de café que buscavam fugir da agitação do centro de São Paulo.

Porém, depois de sua inauguração em 8 de dezembro de 1891, terrenos projetados para as grandes casas, seriam, décadas depois, ocupados por projetos de sobrados e prédios.

Na cidade de São Paulo, ela foi a primeira rua a ser asfaltada. Depois da consolidação do comércio na primeira metade do século XX, o centro financeiro se faria presente na avenida a partir de 1952, quando a lei da cidade começou a permitir a instalação de edifícios institucionais e de oferta de serviços.

A partir dos anos 1950, os antigos casarões do final do século XIX começaram a desaparecer dando lugar para os arranhas céus.

A avenida deixou de ser predominantemente residencial e passou a ter o centro financeiro e institucional do país. 

Como se locomover na Paulista?

Recentemente, a Avenida Paulista ganhou uma ciclovia na faixa central, mas há várias maneiras de chegar na Paulista. Na sua extensão há três estações de linha verde, a estação Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, a estação Paulista da linha amarela localizada na Rua Consolação está a poucos passos da Avenida Paulista.

Também é possível chegar de ônibus utilizando vários pontos que existem no decorrer da avenida. E a outra opção é através do carro, porém estacionar na Paulista ou nas ruas próximas não é barato.

Atualmente, é indicado chamar um táxi ou UBER para evitar os estacionamentos caros e o metrô cheio em horários de picos.

O que fazer na Paulista?

A avenida oferece diferentes atrações culturais e comerciais para a pessoa se distrair e curtir um pouco uma tarde ou noite. No final de semana em São Paulo na Avenida Paulista, a prefeitura costuma fechar a rua para a realização de atividades culturais.

A seguir apresentamos uma lista com as melhores atrações que a região oferece para o cidadão e para o turista.

1 – Visite o MASP

Para quem já assistiu a Corrida de São Silvestre já deve ter visto o moderno edifício com colunas vermelhas do MASP (Museu de Arte de São Paulo).

O projeto do edifício do museu é da arquiteta Lina Bo Bardi, o MASP é reconhecido como uns dos museus mais importantes do Brasil.

Atualmente, a instituição possui um acervo de  arte europeia do século XIX, além de obras de artistas brasileiros.

Avenida Paulista MASP
Avenida Paulista MASP

Recentemente, o MASP integrou os cavaletes de Lina Bo Bardi, e apresenta também o acervo permanente e as exposições temporárias na sua programação. A entrada no MASP é gratuita sempre às terças-feiras.

2 – Conheça o Centro Cultural Fiesp

Outra opção cultural é visitar o Centro Cultural Fiesp com três galerias para exposições, livraria, cafeteria, teatro e mezanino. A programação deste espaço cultural é gratuita.

O espaço oferece exposições e apresentações teatrais e a entrada é sempre gratuita.

3 – Casa das Rosas

Historicamente, a Casa das Rosas Casas Das Rosas é uns do últimos casarões da época do barões de café que ainda está de pé na Avenida Paulista. Nessa instituição encontramos o Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.

Há a realização de exposições e atividades culturais. Acima há o terraço com o mural do Oscar Niemeyer do Eduardo Kobra. A entrada é gratuita.

4 – Itaú Cultural

Outro espaço cultural importante é o Itaú Cultural que oferece variada programação que inclui exposições, apresentações teatrais e musicais, encontros e oficinas.

O local ainda possui o acervo permanente no Espaço Olavo Setúbal com umas das maiores coleções de obras do Brasil Colonial e Império.

Na escadaria do Itaú Cultural temos gravuras da fauna e da flora brasileira. A entrada também é gratuita.

5 – Instituto Moreira Salles

O local possui sete andares, o Instituto Moreira Salles possui galerias, biblioteca, cineteatro, salas de aula, loja, livraria, café e restaurante.

O visitante sempre encontra boas exposições, exposições especiais de fotografia e oficinas. O seu terraço do instituto tem uma boa vista da Avenida Paulista para apreciar. A entrada é gratuita.

6 – Japan House

Para promover o Japão moderno para o Brasil e o mundo, inauguraram o Japan House. O espaço foca na arte, tecnologia, educação e gastronomia japonesa.

O espaço possui biblioteca, loja, restaurante e cafeterias. A entrada é gratuita.

7 – Instituto Cervantes de São Paulo

O instituto é referente a uma escola de espanhol e, ao mesmo tempo, possui um centro cultural que promove atividades culturais gratuitas, como exposições de arte e fotografia, apresentações musicais e exibições de cinema. A entrada é gratuita.

8 – Sesc Paulista

Outra atração cultural na Avenida Paulista é visitar o Sesc, o local é uma atração cultural imperdível para visitar, possui dezessete pavimentos com opções culturais, educacionais e gastronômicas.

No último andar de seu edifício há um mirante com vista panorâmica da Avenida. A entrada é gratuita.

9 – Parque Trianon

Esse parque é uma área verde importante existente no meio dos prédios da Paulista. Possui 48 metros quadrados, com árvores e diversas espécies de plantas, incluindo espécies da Mata Atlântica. Na entrada do parque se encontra o Monumento a Anhanguera.

10 – Parque Prefeito Mário Covas

Inaugurado em 2018, o Parque Prefeito Mário Covas abrigou a casa onde nasceu o paisagista Roberto Burle Marx, apesar de pequeno, são apenas 5 mil metros quadrados o parque  possui um boa estrutura com bicicletário, sanitário e central de informações turísticas, estrutura, com bicicletário, sanitário e central de informações turísticas para o visitante.

11 – Praça do Ciclista

A Praça do Ciclista é uma pequena praça localizada entre a Paulista e a rua Consolação. O nome é referente ao local de encontro de ciclista em São Paulo, a praça abriga o Monumento a Francisco de Miranda, precursor da independência dos países latino-americanos.

Já que você está no Centro de São Paulo próximos aos metrôs, aproveite e conheça o Beco do Batman.

E para quem gosta de teatros?

Na paulista é possível encontrar bons teatros com ótimas peças teatrais para assistir, anote a dica a seguir.

O Teatro Gazeta

Esse teatro é um dos principais teatros da Avenida Paulista, fica localizado no Prédio da TV Gazeta, próximo ao Metrô Trianon.

Teatro Sesi

Apresenta programação gratuita, compõe o complexo do Centro Cultural Fiesp. Lembramos que outros centros culturais com teatros são o Itaú Cultural e o Sesc Paulista, o Masp possui também um auditório.

E para quem gosta de ler?

Não faltam livrarias na Paulista, veja a dica a seguir para quem gosta de ler.

Livraria Fnac Brasil

A Fnac sempre possui uma filial na Avenida Paulista, próximo ao metrô Trianon, porém a loja passou por reformulações depois da venda da Fnac brasileira.

Livraria Martins Fontes

Uma das mais tradicionais da região, a Martins Fontes oferecer ótima seleção de livros, principalmente, para os de arte e fotografia. Ela está situada no Edifício Patrimônio.

Cinemas

Para quem ainda curte um cineminha, o visitante encontra a rede Cinemark no Shopping Pátio Paulista (Metrô Brigadeiro) e no Shopping Cidade São Paulo (Metrô Trianon).

Também encontramos o Bristol PlayArte no Shopping Center 3, como uma programação similar do Cinemark.

O visitante também encontrar o Caixa Belas Artes que mescla filmes alternativos, premiados e populares. Esse cinema é um dos mais tradicionais da Paulista.

Encontramos ainda o Reserva Cultural, um cinema que roda filmes de produções independente, nacionais e internacionais e recebe também filmes de festivais diversos. O Reserva está localizado no edifício da TV Gazeta.

Não poderíamos deixar de falar do Cinearte, com uma programação mais alternativa. Esse cinema está localizado no Conjunto Nacional próximo a Livraria Cultural.

Ainda na Rua Augusta, perto da Avenida Paulista, temos o CineSesc, que apresenta filmes independentes, clássicos restaurados, documentários, programação de mostra especial e filmes infantis.

Conclusão

Avenida Paulista - Shows Culturais
Avenida Paulista – Shows Culturais

Seja no seu contexto histórico ou moderno, vale a pena visitar a Avenida Paulista, conhecer os centros culturais, o comércio e as áreas de serviços.

A Paulista é muito movimentada, mesmo em dias de domingo, é possível caminhar livremente pela Avenida e presenciar a arte de artistas de rua ou até mesmo aproveitar para caminhar e relaxar.

Muitos jovens aproveitam o espaço aos domingos para namorar e andar de skate.

Além dos espaços culturais, há bons restaurantes no local oferecendo diversos tipos de pratos e perfis gastronômicos com preços acessíveis para diferentes públicos.

Uma dica bacana, antes de ir para Avenida Paulista você pode passar no Mercado Municipal de São Paulo e experimentar algumas frutas diferentes, além do famoso lanche de mortadela do Mercadão.

Visitar o local é bom para o visitante que viaja solitariamente ou em grupo para conhecer uma das avenidas mais importantes de todo o mundo.

Templo zu lai Cotia 10 coisas para se fazer –  São Paulo Sp

Templo zu lai Cotia 10 coisas para se fazer – São Paulo Sp

Quando nós viajamos, podemos aproveitar a oportunidade para renovar a nossa mente. Em Cotia, uma cidade vizinha de São Paulo, tive uma experiência única ao conhecer o Templo Zu Lai.

Esse local é considerado o maior santuário budista da América Latina, e o melhor é que a entrada é gratuita.

Além de atrair os seguidores da religião budista, o lugar atrai muitos turistas de diferentes estados do Brasil e do mundo, sendo um bom local para tirar lindas fotos.

Visitar o templo permite curtir um passeio leve e agradável a poucos quilômetros da capital paulista.

Templo Zu Lai

O templo situado em Cotia, São Paulo, foi inaugurado no ano de 2003.

Além de convidar as pessoas para a meditação e o autoconhecimento, o templo é lindo por fora e por dentro sendo construído sob a inspiração da arquitetura oriental budista.

Quando eu entrei no templo tive a sensação de estar em outro país, ou até mesmo no Japão. A seguir eu apresento as 10 coisas que podemos fazer e nos beneficiar ao visitar esse maravilhoso lugar.

1 – Ambiente sossegado

O templo está situado numa área com muito verde, sendo um lugar muito tranquilo. O ambiente interno do Templo Zu Lai proporciona sentimento de paz interior e muito sossego.

Os frequentadores que visitam o local, principalmente nos finais de semana, respeitam o clima de silêncio, esse silêncio é quebrado somente quando há realização de festas típicas relacionadas à cultura oriental.

Para quem procurar por um lugar bonito, calmo e de paz, visitar o templo em Cotia é uma boa dica.

2 – Fácil de chegar

Por estar situado na cidade de Cotia, o lugar para a visitação fica bastante perto e acessível. Perto da Rodovia Raposo Tavares, o templo fica a trinta quilômetros da capital.

Existe estacionamento gratuito para quem chega de carro.

Para quem optar pelo transporte público, é possível pegar o ônibus de excursão que parte da estação do metrô da Liberdade aos domingos, a partir das 8h.

O ônibus cobra 15,00 reais ida e volta.

3 – Oportunidade para conhecer uma nova religião

Para quem não é budista, ir até o templo permite conhecer uma nova religião.

O lugar é bom para quem é budista e conhece a função de cada canto do templo e para quem não é budista permite conhecer mais sobre uma religião e cultural oriental milenar que possui simbolismos.

4 – Estátuas de budas

As estátuas de budas podem ser vistas em diferentes partes do local. O Buda está presente na entrada, nas salas internas, nos jardins, e em demais áreas.

Dentro do Templo Zu Lai existe um pequeno museu que apresenta esculturas e explicações sobre a trajetória de Buda e dos conceitos de divindades do budismo.

5 – Meditação

O templo oferece salas internas próprias para a realização de meditação. Em tempos de correria e estresse o ato de meditar é muito importante para a saúde mental.

A prática de meditação acontece em horários marcados, e além das salas de meditação, essa prática também é realizada no salão principal que permite que as pessoas utilizem banquetas frente a uma enorme escultura de Buda e um belíssimo altar para fazer seu ritual de meditação.

6 – Parque anexo

O templo Zu Lai possui ao lado uma área verde com pequeno lago repleto de tartarugas. Nesse parque anexo há um extenso gramado onde as pessoas podem colocar uma toalha para deitar e descansar.

O parque verde anexo também pode ser usado para a meditação ao ar livre. É um ótima espaço verde para a família levar as crianças.

7 – Fazer fotos inesquecíveis

É permitido fazer bastante fotos nas áreas externas do templo e no parque verde, mas nas áreas internas existem restrições para a realização de imagens.

Os visitantes gostam de fazer selfies e fotos em grupos perante o prédio imponente e entre as esculturas de budas presentes no local.

A área do templo é ótima para fotografias de aniversário, casamento, formatura e passeio.

8 – Almoço vegetariano

O templo possui uma cafeteria e um refeitório onde o visitante pode escolher um cardápio com refeições vegetarianas aos sábados, domingos e feriados, no horário das 12h às 14h30.

O bufê simples varia de 30,00 a 35,00 reais e as crianças pagam 22,00 reais.

O restaurante serve pratos quentes e frios com tempero suave, todos preparados em uma cozinha visível.

Há no cardápio a oferta de pratos sadios e vegetarianos, destacando o tempurá de legumes (crocante e sequinho), o tofu cozido ao molho e o yakisoba vegetariano, sem falar no chá.

O visitante pode escolher sobremesas de frutas, vale lembrar que o restaurante prioriza o pagamento em dinheiro.

9 – Agenda cultural

Entre as atividades que podemos realizar no templo, existe uma intensa agenda cultural com atividades, cerimônias religiosas e festividades durante todo o ano.

O local também possui cursos pagos sobre tradições, orientais, religiosidade, meditação, ioga e tai chi chuan.

10 – Conhecimento

Visitar o local nos convida a criar a cultura do autoconhecimento, de ouvir o próprio silêncio.

Considerando a religião budista, o Templo Zu Lai é um templo que pertence aos muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo.

É inspirado no Budismo Maaiana, que se refere à natureza búdica. Os praticantes do Budismo Maaiana buscam os ensinamentos do Buda no cotidiano, advindo daí a denominação de Budismo Humanista.

O templo busca assumir a missão de propagar os princípios do Monastério Fo Guang Shan, divulgando o budismo e beneficiando a todos.

No templo, os praticantes e orientadores religiosos buscam propagar princípios do Monastério Fo Guang Shan, divulgando o budismo e beneficiando a todos, através de quatro instâncias básicas da vida: Educação, Cultura, Ação Social e Prática Religiosa.

Mesmo para quem segue outras religiões e doutrinas o local promete uma experiência inovadora e os funcionários do local estão disponíveis para perguntas e orientações.

Outros benefícios da viagem

Ao visitar o templo, um dos principais benefícios é a beleza do lugar. Quando eu entrei no templo me deparei com a grandiosidade do lugar.

Já na entrada, nos deparamos com estátuas de guerreiros feitas em pedra sabão. Cada estátua possui um significado. E também na entrada percebemos uma estátua de Buda sentado.

O sentimento de paz e o respeito ao silêncio são outros fatores que chamam atenção durante a visitação.

Numa de minhas idas ao templo, eu tive a oportunidade de participar de meditação orientada que acontece em diferentes horários.

Há um salão principal que também é usado para meditação e as banquetas externas onde as pessoas podem se sentar perante a uma enorme escultura de Buda e um belo altar para fazer seu próprio ritual.

Sentimento de paz e conhecimento cultural

O silêncio presente e o contato com a natureza renovam as nossas energias. Participar das festividades nos permite admirar o lugar e conhecer novas formas de pensamento através de palestras, cursos de meditação e da cultura budista.

No local interno há também uma biblioteca, museu de arte sacra e local para cerimônias.

Os cursos oferecem aprendizado do idioma chinês, técnicas de meditação, conhecimentos budistas e Tai chi chuan.

É importante acompanhar a agenda cultural do templo para acompanhar a realização dos cursos e das atividades.

Lembranças

Dentro do templo, o visitante pode comprar souvenirs, incensos, pratos, copos e demais itens que servem de lembrança e de presente.

A loja também vende livros e revistas, o itens não são baratos mas possuem boa qualidade. 

Mais dicas para os visitantes

Para visitar o Templo Zu Lai não é necessário pagar ingresso, mas o visitante deve levar dinheiro para a alimentação e para comprar lembranças, nem sempre eles aceitam cartão de crédito.

O lugar é bom para passar o dia com amigos e família. No parque anexo há o lago e também o amplo pátio do templo.

É importante respeitar as seguintes regras:

– Não é permitido trazer quaisquer bebidas e alimentos para o interior do templo, não são autorizados piqueniques;

– Não trazer animais de estimação;

– Não vir com roupas inadequadas (decotes, regatas e shorts);

– Não fotografar nem filmar atividades e interior das salas sem autorização prévia;

– Não fumar absolutamente em nenhum local do templo;

– Não pegar nada que não tenha sido oferecido;

– Não assumir posturas inadequadas nas dependências (deitar pelo pátio, debruçar-se nas muretas, estátuas e etc.);

– Não manifestar contatos íntimos (beijos, abraços, carícias e etc.);

– Não tocar nos instrumentos de darma;

– Não fazer barulho e evite aglomeração na porta da sala principal.

Conclusão

O lugar é acessível, oferece paz e tranquilidade para um passeio solitário, à dois ou em família. É perto da capital do estado de São Paulo e os valores gastos no passeio são acessíveis.

É indicado aproveitar o passeio para tirar fotos e aprender sobre novas culturas e religiões. 

O que fazer em Monte Verde MG 10 dicas

O que fazer em Monte Verde MG 10 dicas

O que fazer em Monte Verde

Quem viaja sempre pergunta: o que fazer em Monte Verde, no estado de Minas Gerais? A cidade está localizada na Serra da Mantiqueira e faz divisa com o Estado de São Paulo

É considerado um dos destinos mais próximos para quem procura uma boa viagem de fim de semana ou feriados saindo de São Paulo.

A região oferece ótimas opções de passeio e descanso com tranquilidade.

Mas, o que fazer em Monte Verde?

A região de Monte Verde apresenta a mesma distância de Campos de Jordão, para quem viaja de São Paulo. A viagem leva três horas de duração.

Monte Verde é distrito cidade de Camanducaia, no estado de Minas Gerais e concilia o melhor de dois mundos, o urbano e campestre.

Inicialmente, o visitante pode curtir o frio da Serra da Mantiqueira similar da Serra Gaúcha.

Nas proximidades o visitante pode acessar outros destinos como Campos do Jordão,  Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí, além de outros lugares do estado de Minas Gerais.

1 – História de Monte Verde

A primeira dica é conhecer a história do lugar. A história deste distrito está ligada com a de Verner Grinberg, um homem importante da época.

Ele veio para o Brasil em 1913, foi um imigrante vindo da Letônia e foi morar na Colônia Varpa, próximo da cidade de Paraguaçu Paulista.

Depois que se casou com Emília Leismeir, Verner levou a esposa para passar a lua de mel em Campos de Jordão.

O casal adorou a Serra da Mantiqueira, e como Campos do Jordão estava muito movimentada, resolveram procurar outro destino de montanha.

Ele comprou uma fazenda em Campos do Jaguari, veio com a família e depois trouxe os amigos. A partir daí surgiria o distrito de Camanducaia.

2 – Passeio de família

Monte Verde
Monte Verde

O local é ótimo para casais e para famílias passarem o feriadão e o final de semana.

A região oferece tranquilidade e paz para quem precisa recarregar as energias entre as montanhas. A região também oferece restaurantes com comida típica e pousadas.

3 – Avenida Monte Verde

O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas
O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas – Essa foto não foi eu quem tirou
Frio em Monte Verde
Frio em Monte Verde

O principal atrativo da região é andar pela rua principal, a Avenida Monte Verde. A via concentra todos os restaurantes, lojas e serviços do distrito.

A rua é decorada com flores e com casas em estilo europeu. O bairro central se inspira em países europeus como a Suíça, Alemanha e Itália. Por isso a cidade de Monte Verde é conhecida como “Suíça Brasileira”.

É indicado conhecer a Galeria Suíça, o Shopping Center Celeiro, a Vila Europa e a Vila Germânica.

As lojas da rua principal vendem roupas,  souvenirs, chocolate, bebidas e cerveja artesanal.

4  – Passeios de Jeep

Na região, grande parte das ruas de Monte Verde é feita de terra batida, criando subidas e descidas e acesso às trilhas altas. Para queimar o estresse é importante contratar um passeio de jeep.

Para alugar um passeio de jeep é indicado procurar o serviço através de uma agência na própria Avenida Monte Verde. Dependendo do Jeep contratado há vários tipos de trilhas e tours para explorar.

5 – Andar de bike

Passear de bike pela cidade e pelas trilhas é uma boa opção para se ter contato com a natureza. O passeio de bike pode se concluído com um piquenique na vila da Companhia Melhoramentos.

O lugar é inspirador e calmo, gerando contato com a natureza e com os amigos.

Para quem não gosta de andar de bicicleta, a pessoa pode realizar o piquenique na região com segurança. Na avenida central do distrito é comum encontrar lojas que vendem pães, doces e outras guloseimas para o lanche ao ar livre.  

6 – Tour fotográfico

Durante os passeios a pé e através de Jeep, os visitantes pode incluir a realização de fotos aproveitando a visitação de pontos turísticos essenciais de Monte Verde.

Quando os passeios são feitos com a ajuda de guias que fazem as fotos e entregam na hora.

Monte Verde Viagem
Monte Verde Viagem

7 – Tour noturno

Além de curtir o dia, o turista pode aproveitar os passeios noturnos na região. Fazer a trilha de noite até a Pedra Redonda, e ainda tirar lindas fotos lá do alto é uma boa pedida.

Para cada tour existe uma distância e um guia em específico para consultar.

8 – Parque Verner Grinberg

O que fazer em Monte Verde MG – Parque Verner Grinberg
O que fazer em Monte Verde MG – Parque Verner Grinberg – Essa foto não foi eu quem tirou

Visitar o Parque Verner Grinberg é bom para curtir a natureza e as trilhas da região. Para quem gosta de trilhas é indicado visitar a APA Fernão Dias – Área de Proteção Ambiental, saindo da Caixa d’Água, ao final da Avenida das Montanhas.

9 – Explore mais as trilhas

A maioria das trilhas da região são sinalizadas, porém para não se confundir é aconselhável contratar um guia para caminhar com mais segurança.

Aproveite para tirar fotos inesquecíveis do passeio. Pedir a ajuda de um guia é fundamental, principalmente, para visita o Pico do Selado.

Atualmente, o caminho das trilhas são estruturadas e sinalizadas. Algumas  trilhas possuem mirantes com decks de madeira.

10 – Conheça a Pedra Redonda

A Pedra Redonda é uma das mais famosas e conhecidas na região de Monte Verde, oferecendo belos mirantes e o cume plano para observar toda a região lá do alto.

A pedra possui altitude de 1.990 metros, distância de 1,8 quilômetros e pode consumir uma hora e meia de caminhada na ida e na volta. Possui trechos íngremes em sua trilha e subida.

11 – Fabrica de chocolate

Para os amantes do chocolate, em Monte Verde temos 2 fábricas maravilhosas.

Uma das fabricas fica bem na entrada da cidade e outra mais para o fundo.

Recomendo essa mais ao fundo pois é mais barata e muito é boa!

Ah não se esquece de tomar esse chocolatinho da foto a baixo…. HUmmmm é uma maravilha puro e com Conhaque.

Fabrica de chocolate em Monte Verde
Fabrica de chocolate em Monte Verde

12 – Fabrica de cerveja

Fabrica de Cerveja
Fabrica de Cerveja

A Cervejaria Fritz foi criada em 1993 como hobby do mestre cervejeiro Jörg Franz Schwabe, que formou-se na Alemanha, onde começou a produzir cervejas artesanais. Seu currículo traz ainda mais de 20 anos de experiência na Brahma.

Meu e que delicia de lugar, fomos e estava 5 graus, muito frio, porém lá dentro bem quentinho e da para aproveitar bastante!

Bora beber um pouco?

Outros lugares

Outro lugar bacana de conhecer e aproveitar o que fazer em Monte Verde, é visitar a Pedra Partida. Essa pedra oferecer vista de 360 graus, de onde é possível ver até a Pedra do Baú, já no Estado de São Paulo.

Possui altitude de 2.046 metros, distância de um quilômetro e meio e consome três horas de caminhada na ida e volta.

Outra trilha importante é o Chapéu do Bispo, esta é mais fácil e curta de transitar, possui um trecho íngreme no início mas que fica fácil depois.

Também indicamos a trilha do Platô, que se refere a uma continuação do Chapéu do Bispo. O Platô oferece 1.900 metros de altura, e uma distância que consome duas horas na ida e volta.

Visite o Pico do Selado

Como já citado antes, entre as atrações e escolher o que fazer em Monte Verde. Esse pico fica mais ao sul de Minas Gerais. Exige caminhada longa e cansativa.

A área do Selado oferece altitude 2.082 metros, e uma distância de cinco horas de ida e volta.

Visite o Mirante do Aeroporto

Visitar esse mirante permite ver todos os picos de Monte Verde. Ele fica todos os picos de Monte Verde. Lá de cima é possível ver toda a vila, além das Pedras Partida, Redonda, Chapéu do Bispo e Pico do Selado.

O local do aeroporto é simples e é usado para voos particulares e aeronaves de pequeno porte. Algumas pessoas já disseram que discos voadores já pousaram no local, mas ninguém presenciou ainda.

Passeio de Tirolesa

Para quem gosta de aventura, é indicado visitar o Circuito de Aventura Fazenda Radical. O circuito oferece atividades desde o passeio de quadriciclo, escalada, arvorismo, arco e flecha, slackline e até uma tirolesa infantil, de 80 metros.

Também existe a Mega Tirolesa que é uma grande atração do lugar e a maior tirolesa de Monte Verde, formada por duas tirolesas que na ida são 450 metros e na volta mais 475 metros somando 925 metros em mais de 70 metros de altura.

Essa mega tirolesa é formada por dois cabos aéreos seguindo critérios da ABNT. O visitante deve pesar no mínimo quarenta quilos e usar tênis e roupas leves.

Conheça os Falcões

O que fazer em Monte Verde MG – Conheça os Falcões
O que fazer em Monte Verde MG – Conheça os Falcões – Essa foto não foi eu quem tirou

Na região existe uma escola de Falcoaria, que ensina a lidar e dominar os falcões (ave). Trata-se de uma arte milenar e uma linda interação entre o homem e a natureza.

Conclusão

Saber o que fazer em Monte Verde depende da escolha e do perfil de cada tipo de turista e visitante na região.

A região oferece contato com a natureza, edificações históricas e uma gastronomia local de alto nível.

Para quem gosta de aventura e passeio perto da natureza, é indicado procurar as trilhas, subidas de pedras ou até mesmo realizar um simples piquenique em família.

Os programas em amigos podem ser feitos nas montanhas ou nos melhores restaurantes da região.

Para acessar certos lugares mais altos ou mais distantes é indicado contratar guias locais que ajudarão a encontrar o caminho certo e realizar fotografias do passeio.

Uma boa dica é o passeio de Jeep nas áreas de ruas de terra e campestres da região.

Como indicado neste artigo, as pessoas encontrarão um local de descanso, passeio prazeroso e setor de serviços de qualidade.

Além de hotéis, o visitante pode se hospedar em pousadas que oferecem café da manhã e almoço.

Veja aqui os melhores hotéis em monte verde

A dica é levar roupa para o frio, pois mesmo no final do verão por ser região de serra costuma esfriar mais à noite. A viagem para Monte Verde é sempre inesquecível para quem procura tranquilidade ou aventura perto da natureza.

O que levar em uma viagem de 7 dias

O que levar em uma viagem de 7 dias

Talvez você esteja aqui pois está querendo saber o que levar com você em uma viagem.

Fiz algumas viagens e muitas delas sempre esquecia de algo. Talvez ela possa ser a dos seus sonhos e por causa de 1 item poderá arruinar tudo.

Isso me deixava super frustrado e com muita raiva… Isso já aconteceu com você?

E na última esqueci algo bem importante que me deixou bravo.

No final desta postagem te conto o que esqueci.

O que levar em uma viagem de 7 dias?

A ideia é dividir por categorias todos os itens, isso precisa ser levado a sério e claro sem se desesperar.

Crie uma lista em um papel e vai riscando cada um deles depois que colocar na mala.

Mas fazer a mala não precisa ser uma dor de cabeça, especialmente se você seguir as imperdíveis dicas de coisas essenciais para levar numa viagem.

1 – Absolutamente necessários: itens burocráticos

Passaporte só é necessário em voos internacionais, mas também pode ser levado como documento de identificação. 

Viajei apenas 1 vez para fora e foi na divisa do Brasil…. sim fui comprar muambas no Paraguai, não precisava do documento porém se você vai para fora, lembre-se de guardar em um lugar fácil de achar.

RG e CPF são os documentos básicos que devem ser levados. ( Não esqueça, são os primeiros itens a serem guardados )

ATENÇÃO: se perder ou tiver um desses documentos roubados, faça um boletim de ocorrência imediatamente.

2 – Malas: itens pessoais que não devem faltar

O que levar em uma viagem de 7 dias quando o assunto é relacionado a roupas, calçados, acessórios e itens de higiene pessoal?

Talvez você esteja aqui, pois quer saber o que levar em uma viagem, independente a quantidade de dias você tem que se organizar.

Começando pelas roupas, anote em seu checklist, o ideal é ter suas roupas limpas para todos esses dias.

Pense nas melhores combinações de roupas para seu dia-a-dia. No meu caso sou bem minimalista levo poucas roupas, mas sempre penso no que irei usar.

IMPORTANTE: Não esqueça das roupas íntimas extras para evitar problemas.

Você pode usar o mesmo calçado durante alguns dias, mas confira os passeios programados e veja se algum deles pode molhar ou sujar os seus sapatos.

Mas me diz pra que você vai levar tantos calçados?

Leve opções para outros eventos e não se esqueça de levar um chinelo para quando estiver descansando no hotel.

Levo no máximo 2 tênis e 1 chinelo, sendo que um dos tênis eu levo nos pés. =D

Produtos higiênicos:

Cuidado com produtos higiênicos, os hotéis, hostels, pousadas, oferecem itens básicos de higiene, mas é sempre bom ter a opção de usar produtos de sua preferência, sobretudo se você gosta bastante de um tipo ou marca específica.

Não se esqueça de anotar tudo que você gosta referente produtos higiênicos, como:

  • Creme;
  • Sabonete;
  • Shampoo e condicionador;
  • Entre outros.

Medicamentos:

Tenha sempre em sua mala um kit básico com produtos de farmácia, como curativos, desinfetantes para machucados, analgésicos, antialérgicos e pomadas.

Se você faz uso de algum medicamento contínuo, leve o suficiente para todos os dias e evite ter que procurar o remédio durante a estadia.

Viagens internacionais, alguns medicamentos são proibidos ou é necessário ter a receita médica!

Não é preciso prever ou imaginar toda e qualquer enfermidade possível, mas é bom ter pelo menos um saquinho com aqueles comprimidos e remedinhos básicos. 

Afinal de contas, ninguém merece ter uma dor de cabeça monstruosa, um febrão por causa do calor, ou um piriri estomacal – ou todas as alternativas anteriores – durante as férias ou a viagem dos sonhos. 

Confira dicas de como manter a saúde durante a viagem.

3 – Todos os objetos de valor na mala de mão!

É cada vez menos comum as companhias aéreas perderem malas hoje em dia, mas por que correr o risco? 

Fique seguro e guarde todos seus objetos de mais valor – da câmera digital ao seu anel de brilhante – na mala de mão.

4 – Atenção às restrições de bagagem

Você sabe qual é o peso permitido da bagagem no avião? 

Se não sabe o  peso permitido é 23kg! 

Está com dúvidas como pesar sua mala? É muito simples vai até uma farmácia e faça isso. Não fique com vergonha, muitas pessoas fazem isso. 

Você poderá gastar uma nota extra no aeroporto ou ter que abrir e rearrumar suas malas ali mesmo. Seria muito chato né?

5 – Não esqueça os adaptadores

Meu é a pior coisa do mundo você chegar em um lugar e seus cabos de celular, computador, etc, não funcionarem.

Lembra no início do postagem que um dos itens que me deixou bem frustrado? Foi o adaptador pois estava com 10% de bateria e precisava pedir um Uber imagine o desespero. Mas no final deu tudo certo.

Bom esses foram os itens que eu uso para fazer meus check list de viagem.

Porém estou viajando muito de carro por São Paulo, pois estou juntando dinheiro para comprar minha kombinha e montar um motor home.

Minha casinha terá vários itens, como geladeira, fogão, cama, bateria, placa solar, etc. Estou vendo tudo isso no site Auto-Doc.pt , eu gostei muito dele, mesmo sendo em euros sai mais barato do que comprar aqui o Brasil.   

Irei montar uma postagem mais completona para quem gosta de viajar de carro.

Viajar sempre é muito bom, então aproveite sua vida ao máximo e conquiste seus sonhos. 

Independente se vá demorar ou não tenha foco, que um dia você vai chegar lá sim!

Forte abraço fique com Deus e boa viagem!

O que fazer em Campos do Jordão

O que fazer em Campos do Jordão

Saber o que fazer em Campos do Jordão pode parecer uma missão impossível de responder

Pois uma viagem à cidade pode parecer algo um pouco monótono e sem grandes atrações.

Antigamente, as pessoas se lembravam da cidade como destino de inverno ou de férias de julho. Porém, nos últimos tempos o lugar ficou muito badalado e procurado durante o ano inteiro.

A cidade está localizada na região entre o Vale do Paraíba e a Serra da Mantiqueira e eu fiquei apaixonado pela região quando fui visitá-la.

Muitos paulistas e paulistanos adoram visitar a cidade, pois além de próxima e barata ela oferece boas atrações culturais, gastronômicas e regionais.

Mas… o que fazer em Campos do Jordão?

Além do friozinho do lugar, encontramos na cidade casas e edifícios com a arquitetura típica de países europeus e o apelo ao romantismo.

A viagem para esta cidade é muito indicada para casais. Porém, grupo de amigos e família também podem se beneficiar muito na cidade.

Conhecer a região é bom em qualquer época do ano, mas há a chamada alta temporada referente aos meses de inverno ou feriados prolongados com trânsito intenso e preços mais caros.

1 – Conheça o Horto Florestal

Para quem visita a cidade, uma boa dica é visitar o Horto Florestal do município. O local abriga árvores e plantas oriundas da Mata Atlântica e de outras regiões do Brasil.

O passeio é imperdível e proporciona contato positivo com a natureza.

2 – Escolha a época certa para viajar – o que fazer em campos do Jordão

Para curtir o centro comercial e gastronômico da cidade com calma e sem muito alvoroço, o turista pode evitar os meses de junho, julho, agosto e os feriados prolongados.

Nessas épocas, a cidade fica lotada de turistas, com poucas vagas em hotéis e com poucos espaços.

Os meses de abril, maio, setembro e outubro são meses em que o tempo costuma colaborar e a cidade está mais vazia.

Evite o período de novembro a fevereiro, pois costuma ser uma fase mais chuvosa e como as atrações da cidade são ao ar livre, acaba tornando muitos passeios inviáveis.

3- Visite os mirantes – o que fazer em campos do Jordão

Para ter uma boa visão panorâmica da cidade e realizar fotos, a dica é visitar os mirantes em Campos do Jordão, sempre confirmando os horários de funcionamento de acesso.

4 – Quantos dias ficar? – o que fazer em campos do Jordão

Antes de saber o que fazer em Campos do Jordão, é importante planejar bem a viagem. No mínimo, pense em ficar pelo menos três dias inteiros no município.

Caso fique de três a cinco dias você poderá dedicar um dia inteirinho ao Horto Florestal e suas diversas trilhas.

5 – Conheça a trilha da Pedra do Baú

Além de conhecer o Horto Florestal, o visitante pode visitar a Pedra do Baú que ajuda a descarregar o estresse a aprofundar ainda mais o contato com a natureza.

6 – Outros locais com natureza

Além do Horto Florestal, o visitante pode visitar o Jardim Amantikir e o Museu Felícia Leirner para aproveitar os parques e ambientes com muita natureza na região da cidade.

7 – Centrinho turístico – o que fazer em campos do Jordão

O visitante deve conhecer o centrinho turístico, conhecido como Capivari. Refere-se a uma casa de restaurantes e bares charmosinhos.

Lá o turista encontra o Restaurante e Choperia O Baden Baden.

8 – Passeio de trenzinho ou teleférico

Para conhecer bem a cidade ou os seus recantos, é importante fazer um passeio de trenzinho ou no teleférico que vai ao Morro do Elefante.

O Morro do Elefante é apenas um dos lugares onde você terá uma vista privilegiada. Quem estiver de carro, poderá incluir na viagem a Campos do Jordão o Pico do Itapeva e a Vista Chinesa.

9 – Faça boas compras

Para saber o que fazer em Campos do Jordão, a cidade oferece muitas lojas que ofertam roupas, sapatos e acessórios com estilo e preços acessíveis. Claro que a cidade pode ser cara em diferentes aspectos, mas caso o visitante chegue na cidade sem um bom casaco ele encontrará boas lojas para comprar.

10 – Faça caminhadas no centro da cidade

Para quem não está com vontade de fazer trilhas ou andar de teleférico, caminhar no centro da cidade permitirá conhecer a atmosfera de Campos do Jordão e participar de eventos culturais como shows e feiras que acontecem ao ar livre.

Como chegar em Campos do Jordão?

A cidade está localizada a 170 quilômetros de São Paulo, a empresa de ônibus Pássaro Marrom oferece seis saídas diárias do Terminal Tietê, sendo o primeiro horário às 6h e o último às 19h30.

Partindo de outro estado, a dica é chegar pelo Aeroporto de Guarulhos, e de lá seguir para São José dos Campos e em seguida Campos do Jordão. Há também a possibilidade de ir de ônibus, incluindo o da viação Pássaro Marrom.

A boa dica é utilizar carro próprio ou alugar um carro para ir viajar até a cidade.

Para quem sai do Rio de Janeiro, a dica é pegar um ônibus da Rodoviário Novo Rio para a cidade. Para ir a Campos a saída é às 8hs, e a volta ao Rio de Janeiro às 16h45. A duração da viagem é de seis horas.

Hospedagem

Mesmo sendo uma cidade pequena, ela possui boa rede hoteleira. Há duas opções para se hospedar, no bairro do Capivari ou distante dele.

No bairro do Capivari é possível ficar próximo ao agito sem precisar gastar uma fortuna, o Hotel Monte Carlo e o Hotel JB têm ótimo custo-benefício.

O visitante pode optar também pela Pousada Villa Capivary Campos do Jordão é uma das mais bem avaliadas por essas regiões.

Caso não consiga se hospedar no Capivari, a boa dica é procurar um bairro vizinho como a Vila Jaguaribe a cerca de dois quilômetros de Capivari e possui acomodações que realmente valem a pena.

Mais afastado encontramos o Hotel Satélite que apresenta um bom serviço de hospedagem.

Opções de onde ficar em Campos de Jordão não faltará, tem hospedagens para todos os tipos de viajantes.

Como se locomover na cidade?

Para quem tem carro próprio será mais fácil se deslocar pela cidade. Pois nem todas as atrações turísticas podem ser acessadas com o transporte público.

A não ser que a pessoa reserve uma boa verba para pagar táxis ou UBER na região.

A cidade oferece linhas de ônibus para o transporte público, permitindo chegar sem grandes problemas ao Horto Florestal (ônibus de hora em hora), Fábrica da Baden Baden (frequência ok), Capivari e Teleférico (frequência ok), Museu Felícia Leirner e Palácio Boa Vista (ônibus de hora em hora + caminhada de 10 minutos).

Porém, para visitar o Jardim Amantikir não há nenhuma rota de ônibus, tendo que ir de carro ou táxi. O Jardim oferece o tour de van que custa em torno de 50,00 reais e inclui a entrada do Amantikir.

O que comer?

Sabendo o que fazer em Campos do Jordão, na hora que bate aquela fome todo mundo corre para procurar bons restaurantes na região.

Além dos restaurantes caros, há restaurantes mais acessíveis no bairro do Capivari e no bairro Abernéssia. Um prato muito consumido na cidade é a truta grelhada acompanhada com arroz e legumes.

Conclusão

Para quem ainda não pode visitar os Alpes Suíços, visitar Campos do Jordão é uma boa dica para paulistanos e pessoas de outros estados.

A cidade oferece boas acomodações e hotéis próximos à região central da cidade, a boa dica é também procurar acomodações perto do centro e do bairro do Capivari.

Viajar com carro próprio ajudará a economizar com os gastos de táxi. Existem linhas de ônibus, mas que não alcançam todos os lugares turísticos da cidade.

A cidade é indicada para pessoas que curte programas culturais, viagens calmas em família ou em casal. Não é indicada para quem procurar por aventuras.

Para quem não se incomoda com o frio com cidade lotada, o período de junho a agosto é a fase do ano na qual a cidade é muito procurada por turistas.

Evite o período de novembro a fevereiro, por ser um período muito chuvoso que pode estragar as atividades ao ar livre.

Ao passear pelo município, aproveite para realizar fotos e imagens que marcarão a vida de todos.

A cidade sempre foi um destino tradicional de recém-casados e de viagens em família. Muitas pessoas gostam de manter casa de veraneio na região para descanso. Antigamente, a cidade era chamada de “A Suíça de São Paulo”.

Portanto, através deste artigo oferecemos um guia simples e resumido sobre as melhores coisas que podem ser feitas em Campos de Jordão.

Quando for conhecer a cidade, aproveite as trilhas, o Horto, o teleférico, a gastronomia e os espaços culturais da região.

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