Templo zu lai Cotia 10 coisas para se fazer –  São Paulo Sp

Templo zu lai Cotia 10 coisas para se fazer – São Paulo Sp

Quando nós viajamos, podemos aproveitar a oportunidade para renovar a nossa mente. Em Cotia, uma cidade vizinha de São Paulo, tive uma experiência única ao conhecer o Templo Zu Lai.

Esse local é considerado o maior santuário budista da América Latina, e o melhor é que a entrada é gratuita.

Além de atrair os seguidores da religião budista, o lugar atrai muitos turistas de diferentes estados do Brasil e do mundo, sendo um bom local para tirar lindas fotos.

Visitar o templo permite curtir um passeio leve e agradável a poucos quilômetros da capital paulista.

Templo Zu Lai

O templo situado em Cotia, São Paulo, foi inaugurado no ano de 2003.

Além de convidar as pessoas para a meditação e o autoconhecimento, o templo é lindo por fora e por dentro sendo construído sob a inspiração da arquitetura oriental budista.

Quando eu entrei no templo tive a sensação de estar em outro país, ou até mesmo no Japão. A seguir eu apresento as 10 coisas que podemos fazer e nos beneficiar ao visitar esse maravilhoso lugar.

1 – Ambiente sossegado

O templo está situado numa área com muito verde, sendo um lugar muito tranquilo. O ambiente interno do Templo Zu Lai proporciona sentimento de paz interior e muito sossego.

Os frequentadores que visitam o local, principalmente nos finais de semana, respeitam o clima de silêncio, esse silêncio é quebrado somente quando há realização de festas típicas relacionadas à cultura oriental.

Para quem procurar por um lugar bonito, calmo e de paz, visitar o templo em Cotia é uma boa dica.

2 – Fácil de chegar

Por estar situado na cidade de Cotia, o lugar para a visitação fica bastante perto e acessível. Perto da Rodovia Raposo Tavares, o templo fica a trinta quilômetros da capital.

Existe estacionamento gratuito para quem chega de carro.

Para quem optar pelo transporte público, é possível pegar o ônibus de excursão que parte da estação do metrô da Liberdade aos domingos, a partir das 8h.

O ônibus cobra 15,00 reais ida e volta.

3 – Oportunidade para conhecer uma nova religião

Para quem não é budista, ir até o templo permite conhecer uma nova religião.

O lugar é bom para quem é budista e conhece a função de cada canto do templo e para quem não é budista permite conhecer mais sobre uma religião e cultural oriental milenar que possui simbolismos.

4 – Estátuas de budas

As estátuas de budas podem ser vistas em diferentes partes do local. O Buda está presente na entrada, nas salas internas, nos jardins, e em demais áreas.

Dentro do Templo Zu Lai existe um pequeno museu que apresenta esculturas e explicações sobre a trajetória de Buda e dos conceitos de divindades do budismo.

5 – Meditação

O templo oferece salas internas próprias para a realização de meditação. Em tempos de correria e estresse o ato de meditar é muito importante para a saúde mental.

A prática de meditação acontece em horários marcados, e além das salas de meditação, essa prática também é realizada no salão principal que permite que as pessoas utilizem banquetas frente a uma enorme escultura de Buda e um belíssimo altar para fazer seu ritual de meditação.

6 – Parque anexo

O templo Zu Lai possui ao lado uma área verde com pequeno lago repleto de tartarugas. Nesse parque anexo há um extenso gramado onde as pessoas podem colocar uma toalha para deitar e descansar.

O parque verde anexo também pode ser usado para a meditação ao ar livre. É um ótima espaço verde para a família levar as crianças.

7 – Fazer fotos inesquecíveis

É permitido fazer bastante fotos nas áreas externas do templo e no parque verde, mas nas áreas internas existem restrições para a realização de imagens.

Os visitantes gostam de fazer selfies e fotos em grupos perante o prédio imponente e entre as esculturas de budas presentes no local.

A área do templo é ótima para fotografias de aniversário, casamento, formatura e passeio.

8 – Almoço vegetariano

O templo possui uma cafeteria e um refeitório onde o visitante pode escolher um cardápio com refeições vegetarianas aos sábados, domingos e feriados, no horário das 12h às 14h30.

O bufê simples varia de 30,00 a 35,00 reais e as crianças pagam 22,00 reais.

O restaurante serve pratos quentes e frios com tempero suave, todos preparados em uma cozinha visível.

Há no cardápio a oferta de pratos sadios e vegetarianos, destacando o tempurá de legumes (crocante e sequinho), o tofu cozido ao molho e o yakisoba vegetariano, sem falar no chá.

O visitante pode escolher sobremesas de frutas, vale lembrar que o restaurante prioriza o pagamento em dinheiro.

9 – Agenda cultural

Entre as atividades que podemos realizar no templo, existe uma intensa agenda cultural com atividades, cerimônias religiosas e festividades durante todo o ano.

O local também possui cursos pagos sobre tradições, orientais, religiosidade, meditação, ioga e tai chi chuan.

10 – Conhecimento

Visitar o local nos convida a criar a cultura do autoconhecimento, de ouvir o próprio silêncio.

Considerando a religião budista, o Templo Zu Lai é um templo que pertence aos muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo.

É inspirado no Budismo Maaiana, que se refere à natureza búdica. Os praticantes do Budismo Maaiana buscam os ensinamentos do Buda no cotidiano, advindo daí a denominação de Budismo Humanista.

O templo busca assumir a missão de propagar os princípios do Monastério Fo Guang Shan, divulgando o budismo e beneficiando a todos.

No templo, os praticantes e orientadores religiosos buscam propagar princípios do Monastério Fo Guang Shan, divulgando o budismo e beneficiando a todos, através de quatro instâncias básicas da vida: Educação, Cultura, Ação Social e Prática Religiosa.

Mesmo para quem segue outras religiões e doutrinas o local promete uma experiência inovadora e os funcionários do local estão disponíveis para perguntas e orientações.

Outros benefícios da viagem

Ao visitar o templo, um dos principais benefícios é a beleza do lugar. Quando eu entrei no templo me deparei com a grandiosidade do lugar.

Já na entrada, nos deparamos com estátuas de guerreiros feitas em pedra sabão. Cada estátua possui um significado. E também na entrada percebemos uma estátua de Buda sentado.

O sentimento de paz e o respeito ao silêncio são outros fatores que chamam atenção durante a visitação.

Numa de minhas idas ao templo, eu tive a oportunidade de participar de meditação orientada que acontece em diferentes horários.

Há um salão principal que também é usado para meditação e as banquetas externas onde as pessoas podem se sentar perante a uma enorme escultura de Buda e um belo altar para fazer seu próprio ritual.

Sentimento de paz e conhecimento cultural

O silêncio presente e o contato com a natureza renovam as nossas energias. Participar das festividades nos permite admirar o lugar e conhecer novas formas de pensamento através de palestras, cursos de meditação e da cultura budista.

No local interno há também uma biblioteca, museu de arte sacra e local para cerimônias.

Os cursos oferecem aprendizado do idioma chinês, técnicas de meditação, conhecimentos budistas e Tai chi chuan.

É importante acompanhar a agenda cultural do templo para acompanhar a realização dos cursos e das atividades.

Lembranças

Dentro do templo, o visitante pode comprar souvenirs, incensos, pratos, copos e demais itens que servem de lembrança e de presente.

A loja também vende livros e revistas, o itens não são baratos mas possuem boa qualidade. 

Mais dicas para os visitantes

Para visitar o Templo Zu Lai não é necessário pagar ingresso, mas o visitante deve levar dinheiro para a alimentação e para comprar lembranças, nem sempre eles aceitam cartão de crédito.

O lugar é bom para passar o dia com amigos e família. No parque anexo há o lago e também o amplo pátio do templo.

É importante respeitar as seguintes regras:

– Não é permitido trazer quaisquer bebidas e alimentos para o interior do templo, não são autorizados piqueniques;

– Não trazer animais de estimação;

– Não vir com roupas inadequadas (decotes, regatas e shorts);

– Não fotografar nem filmar atividades e interior das salas sem autorização prévia;

– Não fumar absolutamente em nenhum local do templo;

– Não pegar nada que não tenha sido oferecido;

– Não assumir posturas inadequadas nas dependências (deitar pelo pátio, debruçar-se nas muretas, estátuas e etc.);

– Não manifestar contatos íntimos (beijos, abraços, carícias e etc.);

– Não tocar nos instrumentos de darma;

– Não fazer barulho e evite aglomeração na porta da sala principal.

Conclusão

O lugar é acessível, oferece paz e tranquilidade para um passeio solitário, à dois ou em família. É perto da capital do estado de São Paulo e os valores gastos no passeio são acessíveis.

É indicado aproveitar o passeio para tirar fotos e aprender sobre novas culturas e religiões. 

O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas

O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas

O que fazer em Monte Verde

Quem viaja sempre pergunta: o que fazer em Monte Verde, no estado de Minas Gerais? A cidade está localizada na Serra da Mantiqueira e faz divisa com o Estado de São Paulo

É considerado um dos destinos mais próximos para quem procura uma boa viagem de fim de semana ou feriados saindo de São Paulo.

A região oferece ótimas opções de passeio e descanso com tranquilidade.

Mas, o que fazer em Monte Verde?

A região de Monte Verde apresenta a mesma distância de Campos de Jordão, para quem viaja de São Paulo. A viagem leva três horas de duração.

Monte Verde é distrito cidade de Camanducaia, no estado de Minas Gerais e concilia o melhor de dois mundos, o urbano e campestre.

Inicialmente, o visitante pode curtir o frio da Serra da Mantiqueira similar da Serra Gaúcha.

Nas proximidades o visitante pode acessar outros destinos como Campos do Jordão,  Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí, além de outros lugares do estado de Minas Gerais.

1 – História de Monte Verde

A primeira dica é conhecer a história do lugar. A história deste distrito está ligada com a de Verner Grinberg, um homem importante da época.

Ele veio para o Brasil em 1913, foi um imigrante vindo da Letônia e foi morar na Colônia Varpa, próximo da cidade de Paraguaçu Paulista.

Depois que se casou com Emília Leismeir, Verner levou a esposa para passar a lua de mel em Campos de Jordão.

O casal adorou a Serra da Mantiqueira, e como Campos do Jordão estava muito movimentada, resolveram procurar outro destino de montanha.

Ele comprou uma fazenda em Campos do Jaguari, veio com a família e depois trouxe os amigos. A partir daí surgiria o distrito de Camanducaia.

2 – Passeio de família

Monte Verde
Monte Verde

O local é ótimo para casais e para famílias passarem o feriadão e o final de semana.

A região oferece tranquilidade e paz para quem precisa recarregar as energias entre as montanhas. A região também oferece restaurantes com comida típica e pousadas.

3 – Avenida Monte Verde

O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas
O que fazer em Monte Verde MG – 10 dicas – Essa foto não foi eu quem tirou
Frio em Monte Verde
Frio em Monte Verde

O principal atrativo da região é andar pela rua principal, a Avenida Monte Verde. A via concentra todos os restaurantes, lojas e serviços do distrito.

A rua é decorada com flores e com casas em estilo europeu. O bairro central se inspira em países europeus como a Suíça, Alemanha e Itália. Por isso a cidade de Monte Verde é conhecida como “Suíça Brasileira”.

É indicado conhecer a Galeria Suíça, o Shopping Center Celeiro, a Vila Europa e a Vila Germânica.

As lojas da rua principal vendem roupas,  souvenirs, chocolate, bebidas e cerveja artesanal.

4  – Passeios de Jeep

Na região, grande parte das ruas de Monte Verde é feita de terra batida, criando subidas e descidas e acesso às trilhas altas. Para queimar o estresse é importante contratar um passeio de jeep.

Para alugar um passeio de jeep é indicado procurar o serviço através de uma agência na própria Avenida Monte Verde. Dependendo do Jeep contratado há vários tipos de trilhas e tours para explorar.

5 – Andar de bike

Passear de bike pela cidade e pelas trilhas é uma boa opção para se ter contato com a natureza. O passeio de bike pode se concluído com um piquenique na vila da Companhia Melhoramentos.

O lugar é inspirador e calmo, gerando contato com a natureza e com os amigos.

Para quem não gosta de andar de bicicleta, a pessoa pode realizar o piquenique na região com segurança. Na avenida central do distrito é comum encontrar lojas que vendem pães, doces e outras guloseimas para o lanche ao ar livre.  

6 – Tour fotográfico

Durante os passeios a pé e através de Jeep, os visitantes pode incluir a realização de fotos aproveitando a visitação de pontos turísticos essenciais de Monte Verde.

Quando os passeios são feitos com a ajuda de guias que fazem as fotos e entregam na hora.

Monte Verde Viagem
Monte Verde Viagem

7 – Tour noturno

Além de curtir o dia, o turista pode aproveitar os passeios noturnos na região. Fazer a trilha de noite até a Pedra Redonda, e ainda tirar lindas fotos lá do alto é uma boa pedida.

Para cada tour existe uma distância e um guia em específico para consultar.

8 – Parque Verner Grinberg

O que fazer em Monte Verde MG – Parque Verner Grinberg
O que fazer em Monte Verde MG – Parque Verner Grinberg – Essa foto não foi eu quem tirou

Visitar o Parque Verner Grinberg é bom para curtir a natureza e as trilhas da região. Para quem gosta de trilhas é indicado visitar a APA Fernão Dias – Área de Proteção Ambiental, saindo da Caixa d’Água, ao final da Avenida das Montanhas.

9 – Explore mais as trilhas

A maioria das trilhas da região são sinalizadas, porém para não se confundir é aconselhável contratar um guia para caminhar com mais segurança.

Aproveite para tirar fotos inesquecíveis do passeio. Pedir a ajuda de um guia é fundamental, principalmente, para visita o Pico do Selado.

Atualmente, o caminho das trilhas são estruturadas e sinalizadas. Algumas  trilhas possuem mirantes com decks de madeira.

10 – Conheça a Pedra Redonda

A Pedra Redonda é uma das mais famosas e conhecidas na região de Monte Verde, oferecendo belos mirantes e o cume plano para observar toda a região lá do alto.

A pedra possui altitude de 1.990 metros, distância de 1,8 quilômetros e pode consumir uma hora e meia de caminhada na ida e na volta. Possui trechos íngremes em sua trilha e subida.

11 – Fabrica de chocolate

Para os amantes do chocolate, em Monte Verde temos 2 fábricas maravilhosas.

Uma das fabricas fica bem na entrada da cidade e outra mais para o fundo.

Recomendo essa mais ao fundo pois é mais barata e muito é boa!

Ah não se esquece de tomar esse chocolatinho da foto a baixo…. HUmmmm é uma maravilha puro e com Conhaque.

Fabrica de chocolate em Monte Verde
Fabrica de chocolate em Monte Verde

12 – Fabrica de cerveja

Fabrica de Cerveja
Fabrica de Cerveja

A Cervejaria Fritz foi criada em 1993 como hobby do mestre cervejeiro Jörg Franz Schwabe, que formou-se na Alemanha, onde começou a produzir cervejas artesanais. Seu currículo traz ainda mais de 20 anos de experiência na Brahma.

Meu e que delicia de lugar, fomos e estava 5 graus, muito frio, porém lá dentro bem quentinho e da para aproveitar bastante!

Bora beber um pouco?

Outros lugares

Outro lugar bacana de conhecer e aproveitar o que fazer em Monte Verde, é visitar a Pedra Partida. Essa pedra oferecer vista de 360 graus, de onde é possível ver até a Pedra do Baú, já no Estado de São Paulo.

Possui altitude de 2.046 metros, distância de um quilômetro e meio e consome três horas de caminhada na ida e volta.

Outra trilha importante é o Chapéu do Bispo, esta é mais fácil e curta de transitar, possui um trecho íngreme no início mas que fica fácil depois.

Também indicamos a trilha do Platô, que se refere a uma continuação do Chapéu do Bispo. O Platô oferece 1.900 metros de altura, e uma distância que consome duas horas na ida e volta.

Visite o Pico do Selado

Como já citado antes, entre as atrações e escolher o que fazer em Monte Verde. Esse pico fica mais ao sul de Minas Gerais. Exige caminhada longa e cansativa.

A área do Selado oferece altitude 2.082 metros, e uma distância de cinco horas de ida e volta.

Visite o Mirante do Aeroporto

Visitar esse mirante permite ver todos os picos de Monte Verde. Ele fica todos os picos de Monte Verde. Lá de cima é possível ver toda a vila, além das Pedras Partida, Redonda, Chapéu do Bispo e Pico do Selado.

O local do aeroporto é simples e é usado para voos particulares e aeronaves de pequeno porte. Algumas pessoas já disseram que discos voadores já pousaram no local, mas ninguém presenciou ainda.

Passeio de Tirolesa

Para quem gosta de aventura, é indicado visitar o Circuito de Aventura Fazenda Radical. O circuito oferece atividades desde o passeio de quadriciclo, escalada, arvorismo, arco e flecha, slackline e até uma tirolesa infantil, de 80 metros.

Também existe a Mega Tirolesa que é uma grande atração do lugar e a maior tirolesa de Monte Verde, formada por duas tirolesas que na ida são 450 metros e na volta mais 475 metros somando 925 metros em mais de 70 metros de altura.

Essa mega tirolesa é formada por dois cabos aéreos seguindo critérios da ABNT. O visitante deve pesar no mínimo quarenta quilos e usar tênis e roupas leves.

Conheça os Falcões

O que fazer em Monte Verde MG – Conheça os Falcões
O que fazer em Monte Verde MG – Conheça os Falcões – Essa foto não foi eu quem tirou

Na região existe uma escola de Falcoaria, que ensina a lidar e dominar os falcões (ave). Trata-se de uma arte milenar e uma linda interação entre o homem e a natureza.

Conclusão

Saber o que fazer em Monte Verde depende da escolha e do perfil de cada tipo de turista e visitante na região.

A região oferece contato com a natureza, edificações históricas e uma gastronomia local de alto nível.

Para quem gosta de aventura e passeio perto da natureza, é indicado procurar as trilhas, subidas de pedras ou até mesmo realizar um simples piquenique em família.

Os programas em amigos podem ser feitos nas montanhas ou nos melhores restaurantes da região.

Para acessar certos lugares mais altos ou mais distantes é indicado contratar guias locais que ajudarão a encontrar o caminho certo e realizar fotografias do passeio.

Uma boa dica é o passeio de Jeep nas áreas de ruas de terra e campestres da região.

Como indicado neste artigo, as pessoas encontrarão um local de descanso, passeio prazeroso e setor de serviços de qualidade.

Além de hotéis, o visitante pode se hospedar em pousadas que oferecem café da manhã e almoço.

Veja aqui os melhores hotéis em monte verde

A dica é levar roupa para o frio, pois mesmo no final do verão por ser região de serra costuma esfriar mais à noite. A viagem para Monte Verde é sempre inesquecível para quem procura tranquilidade ou aventura perto da natureza.

O que levar em uma viagem de 7 dias

O que levar em uma viagem de 7 dias

Talvez você esteja aqui pois está querendo saber o que levar com você em uma viagem.

Fiz algumas viagens e muitas delas sempre esquecia de algo. Talvez ela possa ser a dos seus sonhos e por causa de 1 item poderá arruinar tudo.

Isso me deixava super frustrado e com muita raiva… Isso já aconteceu com você?

E na última esqueci algo bem importante que me deixou bravo.

No final desta postagem te conto o que esqueci.

O que levar em uma viagem de 7 dias?

A ideia é dividir por categorias todos os itens, isso precisa ser levado a sério e claro sem se desesperar.

Crie uma lista em um papel e vai riscando cada um deles depois que colocar na mala.

Mas fazer a mala não precisa ser uma dor de cabeça, especialmente se você seguir as imperdíveis dicas de coisas essenciais para levar numa viagem.

1 – Absolutamente necessários: itens burocráticos

Passaporte só é necessário em voos internacionais, mas também pode ser levado como documento de identificação. 

Viajei apenas 1 vez para fora e foi na divisa do Brasil…. sim fui comprar muambas no Paraguai, não precisava do documento porém se você vai para fora, lembre-se de guardar em um lugar fácil de achar.

RG e CPF são os documentos básicos que devem ser levados. ( Não esqueça, são os primeiros itens a serem guardados )

ATENÇÃO: se perder ou tiver um desses documentos roubados, faça um boletim de ocorrência imediatamente.

2 – Malas: itens pessoais que não devem faltar

O que levar em uma viagem de 7 dias quando o assunto é relacionado a roupas, calçados, acessórios e itens de higiene pessoal?

Talvez você esteja aqui, pois quer saber o que levar em uma viagem, independente a quantidade de dias você tem que se organizar.

Começando pelas roupas, anote em seu checklist, o ideal é ter suas roupas limpas para todos esses dias.

Pense nas melhores combinações de roupas para seu dia-a-dia. No meu caso sou bem minimalista levo poucas roupas, mas sempre penso no que irei usar.

IMPORTANTE: Não esqueça das roupas íntimas extras para evitar problemas.

Você pode usar o mesmo calçado durante alguns dias, mas confira os passeios programados e veja se algum deles pode molhar ou sujar os seus sapatos.

Mas me diz pra que você vai levar tantos calçados?

Leve opções para outros eventos e não se esqueça de levar um chinelo para quando estiver descansando no hotel.

Levo no máximo 2 tênis e 1 chinelo, sendo que um dos tênis eu levo nos pés. =D

Produtos higiênicos:

Cuidado com produtos higiênicos, os hotéis, hostels, pousadas, oferecem itens básicos de higiene, mas é sempre bom ter a opção de usar produtos de sua preferência, sobretudo se você gosta bastante de um tipo ou marca específica.

Não se esqueça de anotar tudo que você gosta referente produtos higiênicos, como:

  • Creme;
  • Sabonete;
  • Shampoo e condicionador;
  • Entre outros.

Medicamentos:

Tenha sempre em sua mala um kit básico com produtos de farmácia, como curativos, desinfetantes para machucados, analgésicos, antialérgicos e pomadas.

Se você faz uso de algum medicamento contínuo, leve o suficiente para todos os dias e evite ter que procurar o remédio durante a estadia.

Viagens internacionais, alguns medicamentos são proibidos ou é necessário ter a receita médica!

Não é preciso prever ou imaginar toda e qualquer enfermidade possível, mas é bom ter pelo menos um saquinho com aqueles comprimidos e remedinhos básicos. 

Afinal de contas, ninguém merece ter uma dor de cabeça monstruosa, um febrão por causa do calor, ou um piriri estomacal – ou todas as alternativas anteriores – durante as férias ou a viagem dos sonhos. 

3 – Todos os objetos de valor na mala de mão!

É cada vez menos comum as companhias aéreas perderem malas hoje em dia, mas por que correr o risco? 

Fique seguro e guarde todos seus objetos de mais valor – da câmera digital ao seu anel de brilhante – na mala de mão.

4 – Atenção às restrições de bagagem

Você sabe qual é o peso permitido da bagagem no avião? 

Se não sabe o  peso permitido é 23kg! 

Está com dúvidas como pesar sua mala? É muito simples vai até uma farmácia e faça isso. Não fique com vergonha, muitas pessoas fazem isso. 

Você poderá gastar uma nota extra no aeroporto ou ter que abrir e rearrumar suas malas ali mesmo. Seria muito chato né?

5 – Não esqueça os adaptadores

Meu é a pior coisa do mundo você chegar em um lugar e seus cabos de celular, computador, etc, não funcionarem.

Lembra no início do postagem que um dos itens que me deixou bem frustrado? Foi o adaptador pois estava com 10% de bateria e precisava pedir um Uber imagine o desespero. Mas no final deu tudo certo.

Bom esses foram os itens que eu uso para fazer meus check list de viagem.

Porém estou viajando muito de carro por São Paulo, pois estou juntando dinheiro para comprar minha kombinha e montar um motor home.

Minha casinha terá vários itens, como geladeira, fogão, cama, bateria, placa solar, etc. Estou vendo tudo isso no site Auto-Doc.pt , eu gostei muito dele, mesmo sendo em euros sai mais barato do que comprar aqui o Brasil.   

Irei montar uma postagem mais completona para quem gosta de viajar de carro.

Viajar sempre é muito bom, então aproveite sua vida ao máximo e conquiste seus sonhos. 

Independente se vá demorar ou não tenha foco, que um dia você vai chegar lá sim!

Forte abraço fique com Deus e boa viagem!

O que fazer em campos do Jordão

O que fazer em campos do Jordão

Saber o que fazer em Campos do Jordão pode parecer uma missão impossível de responder

Pois uma viagem à cidade pode parecer algo um pouco monótono e sem grandes atrações.

Antigamente, as pessoas se lembravam da cidade como destino de inverno ou de férias de julho. Porém, nos últimos tempos o lugar ficou muito badalado e procurado durante o ano inteiro.

A cidade está localizada na região entre o Vale do Paraíba e a Serra da Mantiqueira e eu fiquei apaixonado pela região quando fui visitá-la.

Muitos paulistas e paulistanos adoram visitar a cidade, pois além de próxima e barata ela oferece boas atrações culturais, gastronômicas e regionais.

Mas… o que fazer em Campos do Jordão?

Além do friozinho do lugar, encontramos na cidade casas e edifícios com a arquitetura típica de países europeus e o apelo ao romantismo.

A viagem para esta cidade é muito indicada para casais. Porém, grupo de amigos e família também podem se beneficiar muito na cidade.

Conhecer a região é bom em qualquer época do ano, mas há a chamada alta temporada referente aos meses de inverno ou feriados prolongados com trânsito intenso e preços mais caros.

1 – Conheça o Horto Florestal

Para quem visita a cidade, uma boa dica é visitar o Horto Florestal do município. O local abriga árvores e plantas oriundas da Mata Atlântica e de outras regiões do Brasil.

O passeio é imperdível e proporciona contato positivo com a natureza.

2 – Escolha a época certa para viajar – o que fazer em campos do Jordão

Para curtir o centro comercial e gastronômico da cidade com calma e sem muito alvoroço, o turista pode evitar os meses de junho, julho, agosto e os feriados prolongados.

Nessas épocas, a cidade fica lotada de turistas, com poucas vagas em hotéis e com poucos espaços.

Os meses de abril, maio, setembro e outubro são meses em que o tempo costuma colaborar e a cidade está mais vazia.

Evite o período de novembro a fevereiro, pois costuma ser uma fase mais chuvosa e como as atrações da cidade são ao ar livre, acaba tornando muitos passeios inviáveis.

3- Visite os mirantes – o que fazer em campos do Jordão

Para ter uma boa visão panorâmica da cidade e realizar fotos, a dica é visitar os mirantes em Campos do Jordão, sempre confirmando os horários de funcionamento de acesso.

4 – Quantos dias ficar? – o que fazer em campos do Jordão

Antes de saber o que fazer em Campos do Jordão, é importante planejar bem a viagem. No mínimo, pense em ficar pelo menos três dias inteiros no município.

Caso fique de três a cinco dias você poderá dedicar um dia inteirinho ao Horto Florestal e suas diversas trilhas.

5 – Conheça a trilha da Pedra do Baú

Além de conhecer o Horto Florestal, o visitante pode visitar a Pedra do Baú que ajuda a descarregar o estresse a aprofundar ainda mais o contato com a natureza.

6 – Outros locais com natureza

Além do Horto Florestal, o visitante pode visitar o Jardim Amantikir e o Museu Felícia Leirner para aproveitar os parques e ambientes com muita natureza na região da cidade.

7 – Centrinho turístico – o que fazer em campos do Jordão

O visitante deve conhecer o centrinho turístico, conhecido como Capivari. Refere-se a uma casa de restaurantes e bares charmosinhos.

Lá o turista encontra o Restaurante e Choperia O Baden Baden.

8 – Passeio de trenzinho ou teleférico

Para conhecer bem a cidade ou os seus recantos, é importante fazer um passeio de trenzinho ou no teleférico que vai ao Morro do Elefante.

O Morro do Elefante é apenas um dos lugares onde você terá uma vista privilegiada. Quem estiver de carro, poderá incluir na viagem a Campos do Jordão o Pico do Itapeva e a Vista Chinesa.

9 – Faça boas compras

Para saber o que fazer em Campos do Jordão, a cidade oferece muitas lojas que ofertam roupas, sapatos e acessórios com estilo e preços acessíveis. Claro que a cidade pode ser cara em diferentes aspectos, mas caso o visitante chegue na cidade sem um bom casaco ele encontrará boas lojas para comprar.

10 – Faça caminhadas no centro da cidade

Para quem não está com vontade de fazer trilhas ou andar de teleférico, caminhar no centro da cidade permitirá conhecer a atmosfera de Campos do Jordão e participar de eventos culturais como shows e feiras que acontecem ao ar livre.

Como chegar em Campos do Jordão?

A cidade está localizada a 170 quilômetros de São Paulo, a empresa de ônibus Pássaro Marrom oferece seis saídas diárias do Terminal Tietê, sendo o primeiro horário às 6h e o último às 19h30.

Partindo de outro estado, a dica é chegar pelo Aeroporto de Guarulhos, e de lá seguir para São José dos Campos e em seguida Campos do Jordão. Há também a possibilidade de ir de ônibus, incluindo o da viação Pássaro Marrom.

A boa dica é utilizar carro próprio ou alugar um carro para ir viajar até a cidade.

Para quem sai do Rio de Janeiro, a dica é pegar um ônibus da Rodoviário Novo Rio para a cidade. Para ir a Campos a saída é às 8hs, e a volta ao Rio de Janeiro às 16h45. A duração da viagem é de seis horas.

Hospedagem

Mesmo sendo uma cidade pequena, ela possui boa rede hoteleira. Há duas opções para se hospedar, no bairro do Capivari ou distante dele.

No bairro do Capivari é possível ficar próximo ao agito sem precisar gastar uma fortuna, o Hotel Monte Carlo e o Hotel JB têm ótimo custo-benefício.

O visitante pode optar também pela Pousada Villa Capivary Campos do Jordão é uma das mais bem avaliadas por essas regiões.

Caso não consiga se hospedar no Capivari, a boa dica é procurar um bairro vizinho como a Vila Jaguaribe a cerca de dois quilômetros de Capivari e possui acomodações que realmente valem a pena.

Mais afastado encontramos o Hotel Satélite que apresenta um bom serviço de hospedagem.

Como se locomover na cidade?

Para quem tem carro próprio será mais fácil se deslocar pela cidade. Pois nem todas as atrações turísticas podem ser acessadas com o transporte público.

A não ser que a pessoa reserve uma boa verba para pagar táxis ou UBER na região.

A cidade oferece linhas de ônibus para o transporte público, permitindo chegar sem grandes problemas ao Horto Florestal (ônibus de hora em hora), Fábrica da Baden Baden (frequência ok), Capivari e Teleférico (frequência ok), Museu Felícia Leirner e Palácio Boa Vista (ônibus de hora em hora + caminhada de 10 minutos).

Porém, para visitar o Jardim Amantikir não há nenhuma rota de ônibus, tendo que ir de carro ou táxi. O Jardim oferece o tour de van que custa em torno de 50,00 reais e inclui a entrada do Amantikir.

O que comer?

Sabendo o que fazer em Campos do Jordão, na hora que bate aquela fome todo mundo corre para procurar bons restaurantes na região.

Além dos restaurantes caros, há restaurantes mais acessíveis no bairro do Capivari e no bairro Abernéssia. Um prato muito consumido na cidade é a truta grelhada acompanhada com arroz e legumes.

Conclusão

Para quem ainda não pode visitar os Alpes Suíços, visitar Campos do Jordão é uma boa dica para paulistanos e pessoas de outros estados.

A cidade oferece boas acomodações e hotéis próximos à região central da cidade, a boa dica é também procurar acomodações perto do centro e do bairro do Capivari.

Viajar com carro próprio ajudará a economizar com os gastos de táxi. Existem linhas de ônibus, mas que não alcançam todos os lugares turísticos da cidade.

A cidade é indicada para pessoas que curte programas culturais, viagens calmas em família ou em casal. Não é indicada para quem procurar por aventuras.

Para quem não se incomoda com o frio com cidade lotada, o período de junho a agosto é a fase do ano na qual a cidade é muito procurada por turistas.

Evite o período de novembro a fevereiro, por ser um período muito chuvoso que pode estragar as atividades ao ar livre.

Ao passear pelo município, aproveite para realizar fotos e imagens que marcarão a vida de todos.

A cidade sempre foi um destino tradicional de recém-casados e de viagens em família. Muitas pessoas gostam de manter casa de veraneio na região para descanso. Antigamente, a cidade era chamada de “A Suíça de São Paulo”.

Portanto, através deste artigo oferecemos um guia simples e resumido sobre as melhores coisas que podem ser feitas em Campos de Jordão.

Quando for conhecer a cidade, aproveite as trilhas, o Horto, o teleférico, a gastronomia e os espaços culturais da região.

O que fazer em Paranapiacaba – São Paulo SP – 10 coisas para se fazer!

O que fazer em Paranapiacaba – São Paulo SP – 10 coisas para se fazer!

Muitas vezes, eu não preciso viajar para muito longe para encontrar novidades e viagens antológicas. Em São Paulo, a partir da Estação da Luz podemos pegar o trem “Expresso Turístico” e ir para Paranapiacaba.

O trajeto de trem que eu fiz é um trajeto de 48 quilômetros que passa pela região do ABC e segue na direção da Serra do Mar ( sentido praias ), atravessando a antiga rota do café.

Conhecer a cidade é uma experiência maravilhosa, passear pelas suas ruas estreitas, fotografar casarios de madeira e presenciar a neblina que surge no final das tardes renova as nossas energias.

A cidade é histórica e é gerida como distrito do município de Santo André.

Gosto muito desse casal, deixaram muito bem explicado no vídeo =D

Vídeo indicação para esse casal do blog Me leva de leve

A história de Paranapiacaba

Em meados do século XIX, mais precisamente em 1867, trabalhadores e projetistas britânicos chegaram no Brasil para começar a obra da estrada ferroviária paulista.

Na presença de outros estrangeiros e brasileiros, se instalaram na região perto da rota que ligava a região de Jundiaí ao Porto de Santos.

Até os dias atuais, é possível ver construções daquela época, como o Castelo construído em estilo vitoriano levantado no alto da colina. 

Também podemos visitar o maquinário do relógio da Estação Alto da Serra e o Clube União Lyra Serrano cuja edificação foi construída pelos ingleses em meio à Mata Atlântica.

Na região do distrito, há áreas de floresta da Mata Atlântica com trilhas e a primeira reserva biológica da América Latina. Para quem procura história, tranqüilidade e passeio de alta qualidade, visitar o distrito de Santo André é uma ótima dica.

10 coisas maravilhosas para conhecer na região

A seguir eu apresento dez dicas de curiosidades e lugares que o turista deve conhecer para marcar na memória a sua visita na região.

1 – Expresso Turístico

A primeira coisa que chama a atenção é a possibilidade de viajar para a região de trem. Como descrito no início do artigo, a viagem pode ser feita sozinho ou com amigos e é através de uma locomotiva a diesel numa composição de dois carros.

O ambiente da estação e da locomotiva remete aos anos 1950. A viagem tem duração de uma hora e meia.

O trem sai da estação da Luz às 8h30 da Estação da Luz aos domingos. O valor da passagem pode custar no mínimo 50,00 reais por pessoa e podem ser agendadas no site www.cptm.sp.gov.br

O passeio de trem é muito procurado nos finais de semana e nas férias. Também existe a possibilidade de ir de carro ou de ônibus consultando na rodoviária os horários.

2 – A Estação Alto da Serra

Essa estação foi restaurada e é onde a viagem de trem termina para o desembarque.

A estação possui um relógio cujas badaladas são históricas. O relógio foi erguido em 1898, e reproduz o estilo do londrino Big Ben. Na estação temos o Museu do Sistema Funicular, onde podemos ver trens da São Paulo Railway Company e vagões que foram usados no período imperial para transportar D. Pedro II. 

3 – Presença da arquitetura inglesa

Ao passear em Paranapiacaba, eu pude perceber a presença da arquitetura inglesa de forma muito marcante. São casas feitas em pinho de riga, madeira nobre originária do Leste Europeu.

A Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba foi erguida em 1889 e hoje é palco de missas e da Festa do Padroeiro, essa é a festa mais antiga da região de Santo André, no estado de São Paulo.

No distrito sentimentos uma atmosfera britânica, o que nos convida a andar a pé pela cidadezinha.

4- Museu do Castelo

No alto de uma colina temo o Museu do Castelo, um casarão de feições vitorianas. Ele foi construído em 1897, para servir de moradia para o engenheiro chefe da vila, Frederic Mens.

Do alto da colina, o engenheiro controlava todo o funcionamento da ferrovia e o trabalho dos operários no pátio de manobras.

Atualmente, o castelo possui móveis antigos, fotos, documentos e um pequeno acervo de equipamentos ferroviários.

5 – Clube União Lyra Serrano

No ano de 1903, construíram os dois principais clubes da região, o Serrano Futebol Clube e o Lyra da Serra.

O Serrano Futebol Clube foi fundado para futebol e o segundo, às artes e cultura da cidade.

Em 1906, os dois clubes geraram o Clube União Lyra Serrano, sede de óperas, exibições de filmes, bailes de máscaras e peças de teatro.

A  sede do clube foi construída em madeira e é um local de eventos culturais, incluindo o Festival de Inverno e a Feira Literária.

Quando o Serrano ainda existia, é possível verificar os troféus e prêmios na época conquistados pelo Serrano Atlético Clube, time formado por trabalhadores ingleses e brasileiros que trabalhavam na ferrovia.

6 – O roteiro cultural de Paranapiacaba

No meio de tantas casas históricas, há um intenso roteiro cultural. Temos o Antigo Mercado construído no ano de 1897 para abrigar um empório de secos e molhados da região, e por algumas décadas funcionou como lanchonete.

Ficou anos fechado, mas depois de uma boa restauração pude presenciar um maravilhoso centro cultural que recebe exposições temporárias e atrações do Festival de Inverno.

No roteiro cultural encontramos a Casa Fox com uma construção caracterizada do século XIX, o local também recebe exposições e eventos.

7 – Artesanato

No momento de escolher lembrancinhas, eu encontrei um artesanato de alto nível. Na vila cultural encontramos os seguintes ateliês:

– Ateliê Residência Som da Árvore

Situado na avenida Antonio Olyntho, 480, encontramos miniaturas em madeira das casas características  da região e do relógio da estação.

–  Ateliê Residência Francisca

Situado na Rua da Estação, 393. Encontramos exposição e venda de bonecos feitos com matérias-primas simples como sementes, cordas e couro da região.

– loja do artista Kiko de Oliveira

Essa loja fica na Avenida Forde, 421. Além de loja de artesanato funciona como cafeteria. Vende quadros feitos em madeira.

8 – Festival do Cambuci

Sabemos que o Cambuci é um fruto típico da Mata Atlântica, apresenta sabor azedo. A fruta também concede seu nome a um dos festivais mais importantes de Paranapiacaba.

O festival é realizado nos fins de semana do mês de abril. O festival é cultural e gastronômico e abrange a oferta de galinha caipira, costela suína, tapioca e pudim, tudo preparado com o fruto Cambuci.

O festival é realizado anualmente e é um bom convite para conhecer os sabores da cidade, o suco de Cambuci e os atrativos culturais.

9 – Festival de Inverno

No meio do inverno, mesmo com névoa e chuvas acontece um dos principais festivais da cidade.

O evento atrai mais de 100 mil turistas ao ano. O festival apresenta atrações musicais, pinturas, esculturas e demais intervenções artísticas e literárias.

O Festival de Inverno transforma a cidade num museu ao céu aberto. Geralmente, o evento acontece no mês de julho.

10 – Trilhas e caminhadas em florestas

O turista pode também realizar caminhada em seis trilhas no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba.

Para quem não está acostumado, a trilha mais fácil é a Trilha da Pontinha pela qual eu caminhei possuindo um quilômetro de extensão, seu percurso dura cerca de uma hora.

A trilha mais difícil é a Trilha do Mirante com 1 885 metros em uma estrada íngreme de pedra.

O carnaval da cidade

Se você não gosta de frio, pode visitar a região no verão e curtir o carnaval no mês de fevereiro.

Em Paranapiacaba, é possível presenciar a tradição dos antigos blocos de rua e dos bailes de máscaras durante os quatro dias de carnaval e pura folia.

Durante os quatro dias de folia temos o famoso Bloco de Rua Paranafolia, esse bloco é formado por moradores da vila e a Banda Caxambú. A Banda Lira foi fundada em 1918.

Conclusão

A viagem pode ser feita individualmente, em dupla, com amigos ou família. Caso o viajante não queira ir de trem ele pode ir de carro através da via Anchieta no sentido Riacho Grande, acessando a rodovia Índio Tibiriçá até o quilômetro quarenta e cinco.

Também é possível ir de ônibus na linha 40 da viação Ribeirão Pires no Terminal Rodoviário de Santo André.

Para ir de trem é possível pegar o Expresso Turístico Paranapiacaba, aos domingos. Ele parte da estação da Luz às 8h30. A venda da passagem é feita no guichê do metrô, próximo a saída para a Pinacoteca e Museu da Língua Portuguesa.

Portanto, é uma viagem acessível e de baixo custo que oferece bons momentos para o visitante que pretende conhecer novas experiências culturais e descansar numa cidade tranquila com muitos atrativos.

A região propicia também contato com a natureza, com o verde com áreas originais da Mata Atlântica, que pode ser acessada por caminhada e trilhas orientadas.

A hospedagem pode ser feita no Booking ou Airbnb na região e também oferecem preços acessíveis, somente em épocas de eventos e festival a procura e os preços aumentam.

A região fica próxima de São Paulo e para quem sai de outros estados do país ou de outros países, é possível chegar rapidamente na região e presenciar toda a atmosfera da arquitetura inglesa na região que marca a viagem de todos os viajantes. 

Uma boa pedida depois que voltar para São Paulo é ir ao Beco do Batman, lá é muito mas muito bom também!

Já que é para dar dicas irei soltar mais uma para você, aproveite e conheça o mercado Municipal de São Paulo ( famoso Mercadão ).

Bom é isso, fique com Deus e forte abraço!

O que fazer no mercado municipal São Paulo SP

O que fazer no mercado municipal São Paulo SP

Muitas pessoas perguntam o que fazer no mercado municipal de São Paulo, eu já estive no local e pude saborear os melhores produtos da região além de conhecer uma arquitetura singular.

O lugar apresenta uma profunda diversidade cultural, gastronômica e comercial. O mercadão foi inaugurado em 1933, e se tornou nas últimas décadas num dos espaços mais clássicos e históricos da cidade.

Como chegar no Mercadão SP

A melhor dica de como chegar ao mercadão é usando o transporte público.

Ele está próximo de duas estações da linha 1 Azul: São Bento e Luz. Lembrando que a Luz está ligada ao trem e também à linha amarela.

Conhecendo o mercado municipal de São Paulo

Por que visitar o mercadão de São Paulo
Por que visitar o mercadão de São Paulo

Um lugar de tradição e de surpresas gastronômicas. Essa primeira frase pode resumir parte da importância do mercadão de SP na capital paulista.

Além da comida e das iguarias, o mercado oferece um passeio bom para quem procura realizar compras, comer no local e conhecer um lugar histórico da cidade.

Popularmente conhecido como mercadão, é reconhecido como um dos principais pontos turísticos de São Paulo, com a capacidade de encher os olhos, as redes sociais e o estômago.

O lugar sempre oferece sabores conhecidos e desconhecidos, pois sempre há algo novo para provar. A seguir apresentamos os principais quesitos e atrações do mercadão.

1 – História e arte

O edifício do mercado municipal de São Paulo é considerado um dos lugares mais bonitos de São Paulo. Ele foi inaugurado no dia 25 de janeiro de 1933.

A construção foi feita por Ramos de Azevedo, também criador do projeto dos edifícios do Teatro Municipal, Palácio das Indústrias, Pinacoteca, os Correios, entre outros.

O prédio do mercadão de SP foi construído com colunas em estilo grego, jônico e dórico, com telhas em vidros, incluindo clarabóias e os lindos vitrais.

A construção possui 32 painéis, subdivididos em 72 vitrais, do artista russo Conrado Sorgenicht Filho.

2 – Comer, comer e comer… Hummm!

O lugar possui centenas de barracas que vende quase todos os tipos de alimentos in natura, cozidos e pré-cozidos.

O visitante pode escolher entre sucos, doces, salgados e alimentos em geral para comer no local ou levar para casa para o preparo doméstico.

O visitante encontra frutas exóticas, sucos, temperos, legumes,  frios, queijos e azeitonas importadas, vinhos e outras bebidas. Além de carnes, peixes e cereais.

3 – Os sanduíches

Uma boa dica são os sanduíches do mercado, destaque para o de mortadela ou de carne. Outros visitantes preferem o sanduíche de queijo na chapa.

4 – Pastel de bacalhau

Outra dica é o pastel de bacalhau que o turista e o visitante não encontra igual em outro lugar. O pastel é uniforme e possui um gosto equilibrado, pois no resultado final ele não fica muito salgado.

O pastel de bacalhau, assim como os sanduíches, é considerado um prato típico da cidade de São Paulo.

No mercadão de SP existem muitas barracas que vendem esses salgados típicos que você não encontrará em qualquer esquina.      

5 – Compras

O mercado municipal de São Paulo é muito frequentado pelos chef de cozinha que buscam bons ingredientes para novas receitas. Os restaurantes procuram bons fornecedores para manter seus cardápios em dia.

Mas, pessoas comuns também procuram o mercado para buscar qualidade e preço justo.

5 – Fotos

O passeio pode ser feito solitariamente, a dois ou em família. O bom é que o lugar é intenso e propicia bons momentos para tirar fotos aproveitando a arquitetura, o ambiente e os outros detalhes para enriquecer as fotos.

As fotos ficam incríveis com fotos feitas para impressionar os amigos.

6 – Números impressionantes

O mercadão possui números que impressionam os pesquisadores e os visitantes. O local do prédio ocupa um espaço de 12.600 metros quadrados de área, abriga mais de 1.500 funcionários e movimenta mais de 400 toneladas de alimentos por dia.

O mercado possui mais de 300 boxes (estandes) num mega espaço que permite caminhar, visitar vendedores e conhecer diferentes tipos de produtos e alimentos.

Outros alimentos

Além dos sanduíches e dos pastéis vamos destacar a seguir mais dicas de alimentos que não podem faltar no passeio ao mercado municipal de São Paulo.

Para quem quer ganhar alguns quilinhos ou prefere escolher frutas e legumes para equilibrar a alimentação, a dica é selecionar bem cada setor do mercadão de São Paulo, buscar preços justos e boa qualidade.

O mercadão é uma imensa feira que oferece quase tudo com qualidade e preço, ótimo lugar para realizar compras, comer, tomar alguma bebida.

Já falamos do sanduíche de mortadela que é conhecido como um salgado histórico do lugar, sendo oferecido em quase todas as lanchonetes do mercadão, incluindo o Bar do Mané, o Hocca Bar e o Famiglia Rivitti.

1 – Bolinho de bacalhau

Além do pastel de bacalhau, temos o bolinho de bacalhau que pode ser acompanhado pelos sanduíches, com um guaraná ou sucos naturais.

O melhor bolinho de bacalhau experimentei no Hocca Bar, com uma textura única no salgado.

Bolinho de Bacalhau do Mercado municipal de SP
Bolinho de Bacalhau do Mercado municipal de SP

2 – Pastel de mortadela com catupiry

Além dos bolinhos, o visitante pode provar o pastel de mortadela com catupiry e considerar esse alimento como um dos favoritos.

É uma comida imbatível para quem gosta de beber uma coca-cola ou cerveja, e não são todos os boxes do mercadão que servem esse salgado.

3 – Doces

No mercado podemos encontrar muitas ofertas de doces. A boa dica são os doces da Massas Nancy, não se trata de uma doceria, pois o estabelecimento oferece várias massas italianas e inclui em seu cardápio sobremesas de alto nível.

4 – Frutas

O mercado é repleto de frutas nacionais e estrangeiras, são frutas frescas, cristalizadas, secas, desidratadas, frias e na temperatura ambiente.

No lugar podemos encontrar tâmaras, morango, maçã estrangeira, uvas, bananas, kiwi, entre outras.

5 – Comida japonesa

A comida japonesa é um caso à parte, e falo isso de forma positiva. Para quem gosta de comida japonesa, o mercado municipal de São Paulo oferece boas opções.

A lojinha Empório Bamboo oferece produtos orientais em geral, como por exemplo o furikake pra gente comer com o gohan.

Encontramos ainda o boxe Japa Loko, um ótimo restaurante de comida japonesa no mezanino do mercadão.

6 – Peixes e frutos do mar

Para que gosta de comida sadia e rica em proteínas, temos a comida oriunda do mar. São peixes e frutos do mar que a gente encontra no Mercado Municipal.

Só um adendo, sabemos que não temos apenas isso para fazer em São Paulo, temos praias, interior de SP ( viajei sozinho para Socorro muito bom ) e muito mais coisas, mas continue lendo, esse passeio é sensacional.

Encontramos tudo fresco como peixes, lulas, camarões, mariscos, caranguejos, polvos entre outros.

7 – Queijos

Existem boas alternativas de queijos tradicionais, nacionais e importados no mercado.

Existem queijos salgados, sem sal e neutros indicados para qualquer situação de lanches e pratos.

8 – Bebidas alcoólicas

O visitante pode encontrar vários tipos de vinhos e cervejas no mercado de São Paulo. Os boxes também oferecem cervejas artesanais e importantes. Também encontramos estabelecimentos especializados que apresentam  produtos bem interessantes.

9 – Sanduíche de pernil

Uma outra dica de alimento e lanche é o sanduíche de pernil. É possível provar o sanduíche na loja Mortadela Brasil, que fica no mezanino.

Esse sanduíche é um dos pontos fortes do mercado. Lembra os sanduíches servidos nas saídas dos estádios. É uma boa dica para as pessoas que adoram pernil.

10 – Degustação

Algumas lojas costumam oferecer amostras para degustação de seus produtos de comida e bebida.

São degustações de presuntos, salames, mortadelas, queijos, amendoins, patês, pães, molhos, frutas e até de doces.

11 – Queijos importados – Mercado municipal SP

Encontrei no mercadão de São Paulo queijos importados com bons preços se comparado com lojas importadoras de outros lugares. A loja Roni é especialista em queijos nacionais e importados.

Com um valor a partir de 20,00 reais é possível encontrar boas peças de queijos para levar para casa e fazer aquele lanche caprichado.

Encontramos o queijo grana padano italiano, um queijo mais duro mas com uma cremosidade e um final de boca, esse custa entre 70,00 e 80,00 reais.

12 – Patês – Mercado municipal SP

É possível encontrar patês nacionais e importados para incrementar no lanche e no sanduíche de casa. Levar esses produtos para casa é uma boa dica pois no mercadão de São Paulo achamos boas ofertas.

Encontramos o patê de sardela e a abobrinha com peperoni, ideais para uma bruschetta ou um pão árabe torrado.

13 – Pães – Mercado municipal SP

Isso sim é bom demais, encontramos marcas conhecidas e caseiras de pães no mercado. Há pães árabes, orientais, pão francês, e pães industrializados conforme a escolha e necessidade do cliente.

Há também uma boa linha de pães doces e amanteigados encontrados em boxes de famílias portuguesas que mantêm a tradição de panificadoras de família. 

Por que visitar o mercadão de São Paulo?

Os melhores motivos foram apresentados acima, além das demais opções de alimentos que podem ser encontrados no mercadão.

Uma grande dica, se você estiver vindo de outra região e não sabe onde ficar hospedado, de uma olhadinha no Booking o Airbnb.

Passear pelo lugar numa manhã de sábado pode ser um bom programa até para casais de namorados que estão cansados da balada de sexta-feira e procuram boas alternativas para a primeira refeição do dia.

É considerado um dos passeios mais leves para os moradores do estado e turistas em São Paulo. Não apenas este passeio mas tem outros como o Beco do Batman.

Para quem possui um bar ou restaurante na região encontra no mercado municipal SP bons fornecedores de queijos, patês, frutos secos, frios, massas, peixes, frutas, temperos e azeites, entre tantos outros tipos de alimentos.

É comum os feirantes oferecerem degustação para tentar atrair a freguesia oferecendo frutas e outras iguarias para provar.

É importante também pechinchar para saber beliscar, almoçar, fazer as compras da maneira certa.

Quando você tiver tempo e claro quiser tirar fotografias lindas, tem o passeio do evento no Campo de Marte em SP.

Uma dica de ouro para quem quer viajar para outro estado é ir para Balneário Camboriú. O Lugar é LINDO!

Espero ter ajudado, um forte abraço fique com Deus!


x

Foi enviado para seu e-mail o e-book. Veja na caixa de Spam caso não tenha chego!

Pin It on Pinterest